Alckmin diz que reforma tributária será importante para maior abertura da economia do Brasil
Através do Mercosul, o Brasil já estabeleceu acordos com Israel, Palestina, Egito e acordos bilaterais com a Índia, países europeus.

Foto: Marcelo Camargo
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse em entrevista ao Canal Um da FecomercioSP que o Brasil continua sendo uma economia fechada, mas que já abriu bastante. Ele também destacou que, por meio do Mercosul, já foram estabelecidos acordos com Israel, Palestina, Egito e acordos bilaterais com a Índia, países europeus.
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“Mas precisa abrir mais. Eu defendo a abertura. Agora, nós precisamos reduzir o custo Brasil. E aí não tem bala de prata, não tem uma coisa só. Tem uma sequência de tarefas e uma delas é a questão tributária que está sendo endereçada com a aprovação da reforma. Tudo está sobre um tripé importante: juros, câmbio e imposto”, pontuou Alckmin.
Segundo Alckmin, a taxa de câmbio está favorável. Para o ministro, uma taxa de câmbio entre R$ 4,90, R$ 5,00, R$ 4,80, R$ 5,10 é competitiva e beneficia as exportações.
“É só não variar muito. O juro é elevado, mas está em queda e precisa cair mais porque custo de capital faz parte do custo Brasil. E no imposto não dá para reduzir a carga tributária agora, mas dá para simplificar e desonerar a indústria, que está super tributada. A indústria de manufatura é 11% do PIB e 30% do pagamento de impostos. Então é importante alavancar a indústria porque ela está na ponta da inovação”, disse Alckmin.
Estadão Conteúdo

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