“Quem não gosta de polícia é bandido”, diz Capitão Alberto Neto em suposta indireta a Amom Mandel
Parlamentar defendeu novamente o trabalho dos policiais militares.
Notícias do Amazonas – O deputado federal Capitão Alberto Neto, se manifestou novamente nas redes sociais em defesa a policiais militares do Amazonas e deu uma leve alfinetada no deputado federal Amom Mandel que última quinta-feira (4), Amom Mandel, se envolveu em uma confusão com policiais da Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam), em Manaus. O caso chamou a atenção e foi parar no 14º Distrito Integrado de Polícia (DIP), localizado na Zona Leste da capital amazonense.
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“Diariamente, nossos policiais saem de seus lares sem a certeza que irão voltar, enfrentando uma legislação que muitas vezes parece passar a mão na cabeça de bandido. Mas, que ainda assim, cumprem a missão que escolheram. Esses profissionais arriscam suas vidas para salvar outras, protegendo até mesmo desconhecidos”, disse Alberto Neto.
“Tenho profundo respeito por aqueles que integram a instituição da qual tenho a honra de fazer parte, e sinto orgulho em ter vestido a farda. Quem não gosta de polícia é bandido!”, completou.
Versões
O titular da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), Coronel Marcus Vinícius, disse no último sábado (6) em coletiva de imprensa que Amom Mandel cometeu abuso de autoridade e humilhou os policiais da Rocam que estavam realizando o trabalho na noite da última quinta-feira (04/01), durante o lançamento da Operação Impacto, na zona leste de Manaus.
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“O que aconteceu foi uma abordagem padrão da Polícia Militar e que ao final os policiais foram desrespeitados, humilhados e esses são os fatos. […] Temos que compreender que do outro lado tem um pai de família. Quantos policiais nós já perdemos e não foram poucos, porque negligenciaram sua segurança na hora da abordagem. Não peçam para o nosso policial morrer. Nossos policiais foram desrespeitados”, disse.
Antes da coletiva, Mandel havia se pronunciado nas redes sociais e disse que vem sofrendo coação desde que foi realizada uma denúncia na Polícia Federal, em dezembro do ano passado, do suposto envolvimento de membros da Segurança pública do Amazonas com organizações criminosas, o que teria ocasionado ameaças e intimidações pessoais contra o parlamentar.
Segundo Amom, entre as coerções, estão o vazamento de informações pessoais de seus familiares, a disseminação de informações falsas sobre seu mandato e a abordagem violenta feita por policiais da Ronda Ostensivas Cândido Mariano (Rocam) enquanto o deputado circulava na Zona Leste de Manaus com sua companheira.
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