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Procura por repelentes aumenta 120% em fevereiro no Brasil

O aumento de casos de dengue no país tem se refletido na procura por repelentes nas farmácias brasileiras.

Por Hugo Guimarães

10/02/2024 às 08:36

O Brasil enfrenta um aumento preocupante nos casos de dengue, o que tem gerado uma demanda significativa por repelentes nas farmácias de todo o país. De acordo com informações divulgadas pelo Grupo RD, responsável pelas redes de drogarias Raia e Drogasil, a procura por esse produto registrou um aumento expressivo de 120% em fevereiro deste ano, em comparação com o mês anterior.

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O Grupo DPSP, que engloba as redes de drogarias Pacheco e São Paulo, também confirmou o aumento na busca por repelentes. Segundo detalhes fornecidos pela empresa, houve um crescimento de 200% na procura por esses produtos em fevereiro de 2024, em comparação com o mesmo período do ano passado.

“Devido ao significativo aumento nos casos de dengue, nós, do Grupo DPSP, registramos um crescimento de mais de 200% na procura por repelentes em fevereiro de 2024, em comparação com o mesmo período em 2023”, destacou Kefren Júnior, gerente executivo de Negócios do Grupo DPSP.

A alta demanda por repelentes tornou-se evidente a partir de 20 de janeiro, conforme observado pela empresa, com um aumento diário nas vendas de mais de 138% em relação ao início de fevereiro de 2024.

Segundo dados do Ministério da Saúde, o Distrito Federal, o Acre e Minas Gerais estão entre as unidades da Federação com maior incidência de casos prováveis da doença no Brasil. Em resposta a essa situação, o Ministério da Saúde instou os governadores e prefeitos de todo o país a adotarem medidas para conter a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Para prevenir a picada do mosquito da dengue, é recomendado o uso de repelentes que contenham substâncias como Icaridina, IR3535 e DEET em sua composição. No entanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destaca a importância de que esses produtos estejam devidamente registrados no órgão e que as instruções de uso presentes no rótulo sejam rigorosamente seguidas para garantir sua eficácia e segurança.

É importante observar que a Anvisa não recomenda o uso de repelentes em crianças menores de 2 anos sem orientação médica específica.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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