Madrasta que matou Isabella Nardoni quer ir para semiaberto
Como trabalha em uma oficina de costura dentro da penitenciária, Jatobá tem direito à remição de quase dois anos de sua pena o que lhe dá o direito de ir para o semiaberto.
Anna Carolina Jatobá, presa em 2008 pela morte de Isabella Nardoni, de 5 anos, pediu por meio de sua defesa na última segunda-feira, para passar ao regime semiaberto. Jatobá e o marido, Alexandre Nardoni, pai da menina, cumprem pena na penitenciária de Tremembé, interior de São Paulo. A informação foi confirmada pelo Ministério Público (MP), que deu parecer indeferindo a realização de exames necessários para o processo. Cabe ao juiz a decisão final.
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Ela foi condenada em 2010 a 26 anos e 8 meses de prisão pelo homicídio qualificado da criança, mas Jatobá e o marido estão presos desde abril de 2008, há quase dez anos. Como trabalha em uma oficina de costura dentro da penitenciária, ela tem direito à remição de 660 dias: quase dois anos. Somando tudo, a detenta alcança os 2/5 da pena, o que lhe dá o direito de ir para o semiaberto.
Quando um detento passa para o regime semiaberto, ele tem direito a cinco saídas temporárias no ano, em datas comemorativas e o período que compreende o Natal e Ano Novo, além de trabalhar e estudar fora da unidade, voltando para dormir.
Relembre o caso
Em 29 de março de 2008, Isabella de Oliveira Nardoni, de 5 anos, foi jogada do sexto andar do edifício London, no distrito da Vila Guilherme, em São Paulo. Em 2010, o pai da menina, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Jatobá, foram condenados a 31 e 26 anos de prisão, respectivamente.
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