‘Desafio’ de cheirar substâncias químicas provoca morte de menino de 11 anos
Conhecido como “chroming”, o desafio foi difundido em aplicativos de vídeos

Foto: Reprodução/Acervo Pessoal
No último dia 2, um perigoso desafio viral nas redes sociais, conhecido como “chroming”, ceifou a vida de Tommie-Lee Gracie Billington, um garoto de 11 anos. O incidente ocorreu durante uma festa do pijama na casa de um amigo, onde as crianças participavam da tendência perigosa que envolve cheirar produtos químicos tóxicos.
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O “chroming” consiste no uso de substâncias como produtos de limpeza, tinta, desodorantes e até gasolina, que têm o potencial de afetar gravemente o sistema nervoso central. Os sintomas, que incluem alucinações, tontura e perda da dicção, podem levar a efeitos fatais, como asfixia e parada cardíaca, como foi o caso de Tommie-Lee.
Segundo relatos da avó do menino, Tina Burns, Tommie-Lee era descrito como um “menino brilhante e enérgico”, com um “coração de ouro”. Sua morte repentina deixou a família devastada. Apesar dos esforços médicos para reanimá-lo, o jovem faleceu na sequência da festa do pijama.
Desde então, a família de Tommie-Lee tem se dedicado à conscientização sobre os perigos dos desafios virais nas redes sociais, especialmente no TikTok. Eles têm orientado os pais a esconderem produtos químicos das crianças e a monitorarem de perto suas atividades online.
Em suas palavras, Tina Burns expressou: “Não queremos que nenhuma outra criança siga o TikTok ou esteja nas redes sociais. Isso está quebrando a todos nós, mas queremos ajudar a salvar a vida de outras crianças e conscientizar as famílias para manter seus filhos seguros.”
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A morte de Tommie-Lee lançou luz sobre os perigos ocultos por trás desses desafios virais, destacando a necessidade urgente de educação e vigilância por parte dos pais e responsáveis. A tragédia serve como um lembrete angustiante de que a segurança das crianças online e offline deve ser uma prioridade absoluta.
A família enlutada espera que sua luta contra os desafios virais nas redes sociais ajude a prevenir outras tragédias semelhantes. Seu apelo ressoa como um chamado à ação para que a comunidade se una na proteção das crianças contra os perigos do mundo digital.
Redação AM POST
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