Carregador do porto de Manacapuru acusa banda Rabo de Vaca de calote após ajudar a transportar equipamentos
Após a repercussão do vídeo, a banda se manifestou nas redes sociais sobre o ocorrido.
- Foto: reprodução
Viralizou nas redes sociais o vídeo de um homem que trabalha como carregador do porto de Manacapuru (distante 70km em linha reta de Manaus), acusando a banda Rabo de Vaca de não pagar pelos serviços prestados por ele no último sábado (23).
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Ele afirma que carregou os aparelhos eletrônicos usados pela banda para uma embarcação e a banda teria dito que lhe pagaria quando retornasse do evento. Ainda conforme o carregador, o valor cobrado pela que foi executado era de R$ 90,00, que seria dividido entre ele e um outro rapaz.
“Eu carreguei pra eles, levei o material deles todinho, estavam sem dinheiro e falaram, mano quando a gente voltar a gente vai te pagar. Voltaram, fui ali com o seu Manel [comerciante], vão passar o pix, e até agora não pagaram, bando de caloteiro. Eles entraram no ônibus e sumiram”, disse.
Após a repercussão do vídeo, o gerente artístico do grupo, Alê Pavenelo, se manifestou nas redes sociais negando o ocorrido. Ele afirma que a banda já possui duas pessoas que fazem esse serviço de carregar os equipamentos.
“Hoje na nossa empresa temos duas pessoas que trabalham com esse tipo de coisa, que são nossos dois holds. Então, não tem porque a gente terceirizar esse serviço. Em todas as nossas viagens sempre tem esse tipo de coisa deles nos abrodar. Ontem, quando a gente chegou em Manacapuru estava chovendo e eu vi que esse rapaz parou os dois holds da banda e pediu para ajudá-los. Só que eu não sei que tipo de negociação eles fizeram”, disse
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Só sei que na hora de fazer o pagamento, eu perguntei para os meninos se estava ok o material e eles falaram que tinha que passar R$10 para o cara. Ai eu falei: ‘não tenho espécie, voce tem pix?’. Aí ele disse que não tinha pix e eu disse que ele teria que arrumar um. Ele foi do lado pegou pix de uma loja”, completou.
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