Diretor entrega atestado médico após ser pego fazendo sexo em escola
Secretaria da Educação afirmou que abriu processo administativo disciplinar para apurar conduta de diretor flagrado fazendo sexo em escola.

Foto: Reprodução/Internet
O diretor da Escola Estadual Nossa Senhora da Penha, localizada na zona leste de São Paulo, Robson José da Silva Batista, encontra-se afastado de suas funções por licença médica após ser flagrado em uma situação comprometedora dentro das dependências da escola.
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Imagens das câmeras de segurança da instituição registraram o diretor envolvido em atos íntimos com uma funcionária temporária dentro do anfiteatro da escola. O incidente veio à luz após o próprio Robson notificar seu supervisor sobre o ocorrido.
A Secretaria Estadual da Educação agiu prontamente ao tomar conhecimento dos fatos, instaurando um processo administrativo disciplinar. Robson, que é professor concursado, foi imediatamente removido do cargo de diretor. Desde então, ele permanece afastado de suas funções de professor, alegando licença médica.
Segundo relatos, o supervisor da Diretoria de Ensino Leste, Manoel Ricardo Severo, foi informado pelo próprio Robson sobre o incidente. Este último comunicou ter tido um “envolvimento afetivo” com a funcionária temporária, identificada como Jaqueline.
O supervisor registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil de São Paulo no dia 28 de março, após receber a ligação do diretor. O documento revela que a funcionária temporária solicitou a cessação do contrato no dia 21 de março, um dia antes do suposto envolvimento com Robson.
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O ato foi gravado pelas câmeras de segurança da escola, mostrando o diretor e a funcionária em uma situação íntima no anfiteatro. A gravação mostra que o diretor chega primeiro ao local e, em seguida, os dois começam a se envolver, sendo interrompidos por alunos que flagraram a cena.
Após o incidente, o supervisor orientou Robson a se retirar da unidade de ensino e este último solicitou a cessação de suas funções como diretor escolar. O delegado responsável pelo boletim de ocorrência declarou que o caso se enquadra como “seara extrapenal”, indicando a necessidade de uma avaliação mais aprofundada sobre os fatos e a conduta dos envolvidos.
Até o momento, não foi possível obter um posicionamento oficial de Robson sobre o assunto. O espaço está aberto para manifestações futuras.
O caso continua sendo investigado pela Secretaria Estadual da Educação e pela Polícia Civil de São Paulo.
Redação AM POST
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