Bolsonaro critica censura e busca apoio de Elon Musk contra repressão política no Brasil
Ex-Presidente deu a declaração em uma live, neste sábado, 4.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
No último sábado, 4 de maio, o ex-presidente Jair Bolsonaro participou de uma transmissão ao vivo pelo Spaces do Twitter/X, onde foi acompanhado por mais de cem mil usuários simultâneos. Durante o evento, Bolsonaro abordou diversos temas, sendo a censura e a repressão política os assuntos mais destacados.
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O influenciador australiano Mario Nawfal e o pesquisador e professor Sulaiman Ahmed interpelaram Bolsonaro, que fez declarações polêmicas sobre a situação política e de liberdade de expressão no Brasil.
Uma das principais críticas do ex-presidente foi direcionada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o inabilitou para o próximo pleito. Bolsonaro lamentou a decisão e sugeriu que Elon Musk, proprietário do Twitter/X, poderia ajudar a restabelecer a liberdade de expressão no Brasil, desde que fornecesse informações sobre a atuação do TSE para suprimir a livre manifestação de ideias no país.
Bolsonaro também acusou a grande imprensa brasileira de ser parcial e favorável à esquerda, enquanto a direita teria sido praticamente banida das mídias tradicionais, restando apenas as redes sociais como canal de expressão.
Sobre a suposta influência dos Estados Unidos na censura no Brasil, Bolsonaro afirmou que a censura veio dos EUA para ajudar o governo de esquerda no país. Ele espera que depoimentos no Congresso dos EUA, marcados para 7 de maio, tragam à tona evidências dessa interferência.
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Ao longo da transmissão, Bolsonaro destacou exemplos de indivíduos que teriam sido reprimidos no Brasil devido a suas posições políticas, incluindo empresários e jornalistas.
Quando questionado sobre sua ineligibilidade, Bolsonaro atribuiu a decisão a uma resposta que deu ao presidente do TSE após se reunir com embaixadores no Brasil. Ele considera a maioria do TSE partidária e acredita que a possibilidade de reverter sua inelegibilidade depende do Parlamento.
Bolsonaro concluiu enfatizando a importância da liberdade de expressão e sugeriu que sem ela não há democracia. Ele espera que os depoimentos nos EUA ajudem a esclarecer a situação da liberdade de expressão no Brasil e no mundo.
O evento gerou repercussão e continua alimentando debates sobre liberdade política e de expressão no cenário nacional e internacional.
Redação AM POST
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