Rio Grande do Sul confirma 1° óbito por leptospirose após enchente
Casos suspeitos estão sendo monitorados.
- A Secretaria Estadual da Saúde do RS confirmou a morte por leptospirose de um homem de 67 anos de Travesseiro, após análise laboratorial positiva.
- Este é o primeiro óbito por leptospirose confirmado no estado após as enchentes de abril, embora a doença seja endêmica e casos aumentem após alagamentos.
- Até o momento, há 304 casos suspeitos e 19 confirmados de leptospirose nas últimas semanas; em 2023, foram 477 casos e 25 óbitos no estado.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Foto: Gilvan Rocha/Agência Brasil
A Secretaria Estadual da Saúde (SES) confirmou na tarde desta segunda-feira (20/05) o óbito por leptospirose de um homem de 67 anos, residente do município de Travesseiro, no Vale do Taquari. A confirmação se deu após o resultado positivo na amostra analisada pelo Laboratório Central do Estado (Lacen), em Porto Alegre. O fato reforça a orientação para que seja procurado um serviço de saúde logo nos primeiros sintomas: febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios.
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O óbito do paciente aconteceu na última sexta-feira (17/05) e o homem teve início de sintomas em 9 de maio.
Esse é o primeiro caso de óbito confirmado no RS após as enchentes registradas desde o final de abril. Contudo, não é o primeiro do ano no Estado, visto que a leptospirose é uma doença considerada endêmica, ou seja, com circulação sistemática no ambiente. Contudo, episódios como a dos alagamentos aumentam a chance de infecção.
A SES, por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), vem realizando o monitoramento de casos suspeitos a partir das notificações realizadas pelos municípios. Nas últimas semanas foram identificados um total de 304 casos suspeitos de leptospirose e 19 confirmados.
Antes do período de calamidade enfrentado pelo Rio Grande do Sul, com dados até 19 de abril pelo Ministério da Saúde, o Estado já havia registado no ano 129 casos e seis óbitos. Em 2023, foram 477 casos com 25 óbitos.
*Com informações da assessoria
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