Família Cardoso pretendia fundar comunidade para uso indiscriminado da ketamina
Já pretendiam comprar um terreno.
- Foto: Divulgação
Caso Djidja Cardoso – Ademar, Cleusimar e e a ex-sinhazinha do Garantido, Dilemar Cardoso, fundadores da seita Pai, Mãe, Vida, pretendiam fundar uma comunidade em Manaus, para uso indiscriminado de drogas ilícitas.
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A informação foi dada pelo delegado Cícero Túlio, do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), que finalizou hoje, o as investigações sobre o caso.
Segundo ele, a família, dona do salão Belle Femme, em fase de negociação de um terreno, na Zona Norte de Manaus, onde os integrantes da seita poderiam fazer uso de drogas como maconha, ketamina, potenai.
Ainda segundo o delegado, a mãe de Djidja já fazia estudos para formas de consumo das drogas, para descobrir formas mais rentáveis para uso: “Cleusimar tem vasto conhecimento na área da química, haja vista que é formada por uma universidade aqui do estado do Amazonas”, explicou o delegado.
“Eles almejavam a criação de uma comunidade a partir da compra de um terreno na região Norte de Manaus, afim de criar uma espécie de vila, onde as pessoas iriam ali residir naquele ambiente, e fazer uso indiscriminado da ketamina, além de de promover os cultos de forma criminosa. Uma comunidade para fins de formentar a prática a seita na utilização desse tipo de substância”, finalizou.
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