Prefeito Arthur é responsável pela falta de gratuidade do transporte coletivo em Manaus neste domingo (6)
Segundo o TRE-AM o prefeito deixou uma dívida de R$ 6,5 milhões no Sinetram da eleição de 2014.
A notícia que revoltou os eleitores amazonenses locados em Manaus pela falta da gratuidade do transporte coletivo teve contribuição do Prefeito de Manaus, Artur Neto, que deixou em débito a eleição de 2014 de acordo com o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM). O tucano tem trabalhado ativamente no pleito em favor do candidato Amazonino Mendes.
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Ainda segundo o órgão um ofício encaminhado pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), cobrando uma dívida da eleição de 2014, no valor de R$ 6,5 milhões, que não foi pago pelo “poder público” foi determinante na decisão.
“Mesmo assim nós sentimos um desconforto muito grande porque vieram (Sinetram) nos cobrar R$ 6,5 milhões, referente ao serviço de transporte coletivo, do pleito de 2014. Que foi algo muito ruim. Como foi baixa a abstenção na eleição passada e calhou com a chegada desse documento, decidimos não mais utilizar esse serviço do transporte coletivo”, disse o diretor geral do TRE, Messias Andrade.
No ofício de n° 90, encaminhado ao TER-AM em 10 de agosto de 2016, o presidente do Sinetram, Carmine Furletti Junior e o advogado Fernando Borges de Moraes, sustentam que “de boa-fé e imbuídas de espírito de colaboração, colocaram à disposição do TRE/AM toda sua frota operacional de ônibus para o transporte coletivo urbano” nos dias 5 e 26 de outubro de 2014.
O Sinetram sustenta no ofício que as empresas deixaram de receber por esses dois dias trabalhados R$ 6,5 milhões, onde transportaram 2,3 milhões de passageiros.
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