Homem que fingia ser Diácono e aplicou golpes financeiros em vários estados é preso no Paraná
Marcos Antônio Oliveira Batista alegava ser a “própria polícia”.

Homem que fingia ser Diácono e aplicou golpes financeiros em vários estados é preso no Paraná-Foto: Reprodução/X
Marcos Antônio Oliveira Batista, de 27 anos, que se passava por diácono, foi preso pela Polícia Civil do Paraná (PCPR) em Paranacity (PR) na última segunda-feira (1º/7) pelo crime de estelionato. A prisão ocorre após uma série de denúncias de golpes aplicados pelo indivíduo em várias regiões do Brasil.
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A prisão de Marcos Antônio veio à tona após a Arquidiocese de Brasília denunciar que ele estava se passando por diácono. Com a denúncia, um vídeo gravado por ele em 2021 voltou a circular no X (antigo Twitter), onde ele afirma não ter medo das autoridades, alegando ser “a própria polícia”.
Nos comentários do vídeo, internautas relataram reconhecer Marcos de golpes anteriores. Um deles brincou, dizendo que ele era “praticamente uma Barbie, que já trabalhou em todas as profissões”. Outros lembraram de uma página que compilava os golpes dele.
Diversos moradores do Distrito Federal e de São Paulo alegam terem sido vítimas dos golpes de Marcos Antônio. Em Brasília, ele se apresentava como médico e conseguiu emprestado um bilhete de passagem aérea e R$ 1 mil de um homem, que preferiu não ser identificado.
Já em São Paulo, Marcos se passou por padre e aplicou golpes em fiéis de paróquias, pedindo dinheiro para vaquinhas, passagens de avião e procedimentos médicos. Um morador da cidade revelou que Marcos apagava perfis das redes sociais após aplicar os golpes, criando novas contas em seguida.
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Em Goiânia, ele foi conhecido em uma balada, onde se apresentava como médico no Corpo de Bombeiros.
No Distrito Federal, Marcos foi denunciado por aplicar golpes em dois moradores de um condomínio de luxo no Setor de Hotéis e Turismo Norte. Ele alugou um apartamento e, durante sua estadia, se apresentou como padre e médico, conquistando a confiança dos moradores. Em 8 de julho de 2023, Marcos pediu R$ 300 a uma moradora e R$ 250 a outro vizinho, desaparecendo em seguida com o dinheiro.
Redação AM POST
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