Abraciclo diz que sem incentivos do IPI os produtos finais seriam mais caros
Empresas já articulam com os senadores do Amazonas para garantir a competitividade
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Associação Brasileira de Motocicletas (Abraciclo) demonstrou preocupação com a nova reforma tributária sem a garantia de todas as demandas do Polo Industrial de Manaus (PIM), um deles, o Imposto sobre Produto (IPI), que é colocado para o cliente final.
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De acordo com Marcos Bento, presidente da Abraciclo, existem preocupações sobre a nova reforma, mas que o IPI não é um benefício aplicado a quem produz, mas ao consumidor.
“Os produtos produzidos na Zona Franca de Manaus são vendidos sem o IPI e esse IPI chega para o cliente final”, destacou Bento.
O presidente informou que apesar da previsão de estiagem, a indústria tem se planejado e que os custos logísticos futuramente podem ser resolvidos com a pavimentação da BR-319, “É uma alternativa”, disse Marcos Bento.
Em posicionamento a empresa Yamaha informou que essas alternativas estão sendo tratadas diretamente com o senado federal e que as alternativas para o modais de transporte devem ser planejadas.
Afonso Cagnino, gerente de relações institucionais da Yamaha, afirmou que a “taxa de pouca água” aumenta consideravelmente os custos de transporte, mas que não chega a ser inviável.
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“Quando aumentam as tarifas assim, vai afetar no preço final do produto, porque podem aumentar nossas dificuldades daqui a pouco”, disse.
O gerente afirma que os planejamentos contam com as previsões para a estiagem severa e possibilidade de transportar em embarcações menores.
Redação
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