Veja as tentativas de assassinato contra ex-presidentes americanos
A história americana está marcada por incidentes que quase mudaram o curso da nação.
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Tentativas de assassinato contra presidentes e ex-presidentes dos Estados Unidos são eventos raros, mas não inéditos, que abalam a nação e revelam as vulnerabilidades de figuras públicas de alta proeminência. A história americana está marcada por incidentes que quase mudaram o curso da nação, destacando a necessidade constante de segurança reforçada e vigilância.
Abraham Lincoln e a Continuação do Perigo
O primeiro presidente dos Estados Unidos a ser assassinado, Abraham Lincoln, caiu vítima de um tiro disparado por John Wilkes Booth em 1865. Contudo, menos conhecida é a conspiração para matar outros membros do governo, incluindo o vice-presidente Andrew Johnson e o secretário de Estado William Seward. Embora Lincoln tenha sido o único a morrer, as tentativas demonstram a amplitude da ameaça à liderança do país na época.
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Theodore Roosevelt: A Fortuna e a Firmeza
Em 1912, o ex-presidente Theodore Roosevelt sobreviveu a uma tentativa de assassinato enquanto fazia campanha para um terceiro mandato como candidato do Partido Progressista. Um dono de bar desempregado, John Schrank, atirou em Roosevelt, mas o projétil foi desacelerado por um estojo de óculos e um discurso de 50 páginas no bolso do casaco. Demonstrando sua resiliência, Roosevelt insistiu em terminar seu discurso de 90 minutos antes de buscar tratamento médico.
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Franklin D. Roosevelt e o Plano Frustrado
Antes mesmo de assumir a presidência, Franklin D. Roosevelt foi alvo de uma tentativa de assassinato em 1933, enquanto era presidente eleito. Giuseppe Zangara, um imigrante italiano, disparou vários tiros durante um comício em Miami, Florida. Embora Roosevelt tenha escapado ileso, o prefeito de Chicago, Anton Cermak, foi mortalmente ferido. A tentativa evidenciou os riscos enfrentados por figuras políticas em tempos de crise econômica e social.
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Harry S. Truman: A Conspiração de Porto-riquenhos
Em 1950, dois nacionalistas porto-riquenhos, Griselio Torresola e Oscar Collazo, tentaram assassinar o presidente Harry S. Truman na Blair House, onde ele estava temporariamente residindo durante reformas na Casa Branca. A tentativa foi frustrada pela pronta resposta dos agentes do Serviço Secreto e policiais, resultando na morte de Torresola e na prisão de Collazo. O incidente ressaltou as tensões políticas e a questão da independência de Porto Rico.
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Gerald Ford: Duas Tentativas em Um Mês
O presidente Gerald Ford sobreviveu a duas tentativas de assassinato em setembro de 1975, ambas perpetradas por mulheres. Lynette “Squeaky” Fromme, uma seguidora de Charles Manson, tentou atirar em Ford em Sacramento, Califórnia, mas foi rapidamente subjugada pelos agentes do Serviço Secreto. Apenas 17 dias depois, Sara Jane Moore disparou contra Ford em São Francisco, mas sua bala errou o alvo devido à interferência de um transeunte. Esses incidentes demonstraram a persistência de ameaças durante períodos de intensa turbulência social.
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Ronald Reagan: Sobrevivendo a um Tiro
Em 1981, o presidente Ronald Reagan foi gravemente ferido por um tiro disparado por John Hinckley Jr. em Washington, D.C. Hinckley afirmou estar tentando impressionar a atriz Jodie Foster. O ataque deixou Reagan com um pulmão perfurado, mas ele se recuperou rapidamente e retornou ao trabalho, demonstrando força e resiliência. A tentativa destacou a necessidade de medidas de segurança mais rigorosas e levou a melhorias nas operações de proteção presidencial.
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Donald Trump
Donald Trump sobreviveu a uma tentativa de assassinato no último final de semana durante discurso de campanha em Butler, Pensilvânia, a cerca de 50 quilômetros ao norte de Pittsburgh, quando dispararam tiros que o atingiram na orelha direita e deixaram seu rosto manchado de sangue.
O FBI identificou Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, de Bethel Park, Pensilvânia, como suspeito do que chamou de tentativa de assassinato. Crooks era um republicano cadastrado, de acordo com os registros eleitorais do estado, e fez uma doação de 15 dólares a um comitê de ação política democrata aos 17 anos.
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