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Atletas fazem vídeos testando cama “anti-sexo” das Olimpíadas 2024; assista

A polêmica em torno dessas camas anti-sexo surgiu inicialmente por conta de rumores de que elas teriam sido projetadas para desencorajar atividades sexuais na Vila Olímpica.

Por Natan AMPOST

23/07/2024 às 11:09 - Atualizado em 23/07/2024 às 13:26

As Olimpíadas de Paris 2024 estão prestes a começar na sexta-feira (26/7), mas a Vila Olímpica já se tornou um dos assuntos mais comentados, novamente, por conta das polêmicas envolvendo suas instalações. Após a controvérsia sobre a ausência de aparelhos de ar-condicionado, agora são as camas dos quartos dos atletas que estão no centro das atenções. As chamadas “camas anti-sexo”, feitas de um material considerado pouco resistente, foram alvo de testes por parte dos atletas, trazendo à tona debates acalorados.

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As camas, que foram introduzidas pela primeira vez durante as Olimpíadas de Tóquio 2020, são feitas de um material ecológico e foram projetadas para serem recicláveis após o uso. No entanto, a resistência dessas camas foi questionada desde sua primeira aparição, levando a uma série de vídeos e posts nas redes sociais dos atletas que decidiram testá-las assim que chegaram à Vila Olímpica em Paris.

Um dos primeiros a realizar um “teste de resistência” foi o ginasta irlandês Rhys McClenaghan. Em um vídeo compartilhado em suas redes sociais, Rhys realiza uma série de movimentos vigorosos sobre a cama, demonstrando sua preocupação inicial com a durabilidade da mobília. No entanto, após os testes, o ginasta admitiu a qualidade das camas.

“Quando os testei da última vez, eles resistiram aos meus testes. Talvez eu não tenha sido vigoroso o suficiente, no entanto… Não, eles passam no teste. É falso, fake news”, escreveu Rhys na legenda de seu vídeo, reconhecendo que as camas eram mais resistentes do que aparentavam.

Outros atletas também participaram da brincadeira. As tenistas australianas Daria Seville e Ellen Perez testaram as camas de forma bem-humorada, compartilhando suas experiências nas redes sociais. Tom Daley, o famoso atleta britânico do salto ornamental, também entrou na onda, realizando uma série de pulos e testes na cama, reforçando o caráter divertido da situação.

A polêmica em torno dessas camas anti-sexo surgiu inicialmente por conta de rumores de que elas teriam sido projetadas para desencorajar atividades sexuais na Vila Olímpica. No entanto, a fabricante Airwave, responsável pelo fornecimento das camas tanto em Tóquio quanto em Paris, esclareceu que o objetivo principal era a sustentabilidade. Segundo a empresa, apesar da escolha pelo material ecológico, as camas são suficientemente resistentes e não desmontariam mesmo se utilizadas durante atos sexuais, desde que apenas duas pessoas estejam envolvidas.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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