Censura: Pablo Marçal critica decisão que mandou suspender suas redes sociais
Ele convocou seus seguidores a se tornarem porta-vozes de sua campanha, sugerindo que escrevam nas redes sociais “censura nunca mais”.
- Pablo Marçal pede ajuda para tirar PCC do PRTB e diz que Bolsonaro não manda na direita-Foto: Reprodução
O candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), manifestou forte descontentamento na noite deste sábado (24), após o juiz eleitoral Antonio Maria Patiño Zorz determinar a suspensão de seus perfis “monetizados” nas redes sociais. Em uma live transmitida pouco depois da decisão, Marçal acusou o sistema político de censura e afirmou que a medida é uma tentativa de silenciá-lo, comparando a situação com a sofrida por Silvio Santos em 1989, quando foi impedido de concorrer à presidência.
PUBLICIDADE
A ordem judicial foi emitida a pedido do PSB, partido de Tabata Amaral, e determina a suspensão imediata das contas monetizadas de Marçal no Instagram, YouTube, TikTok e Twitter. A decisão teve impacto rápido, com a conta do candidato no TikTok já removida antes mesmo da transmissão ao vivo.
Durante a live, Pablo Marçal expressou sua indignação e criticou duramente o que chamou de “desespero” de seus adversários políticos. “Eles estão me censurando, porque sou alguém que não preciso de dinheiro de política”, declarou. Para Marçal, a suspensão de suas redes sociais representa uma tentativa de silenciar uma voz independente e não subordinada ao sistema político tradicional.
O candidato foi enfático ao afirmar que suas redes sociais funcionam como canais de comunicação direta com seus eleitores, comparando-as a emissoras de televisão. “Tirar minhas redes sociais? Imagina tirar um canal de televisão do ar?”, questionou. Em tom desafiador, ele afirmou que, mesmo sem acesso às suas contas monetizadas, sua campanha continuará forte e que ele pretende vencer as eleições já no primeiro turno. “Se vocês derrubarem, vamos ganhar do mesmo jeito. Não vai ter segundo turno”, garantiu.
Além das críticas à decisão judicial, Marçal revelou planos de contratar uma equipe jornalística própria para produzir conteúdos e divulgar suas propostas de forma independente. Ele também convocou seus seguidores a se tornarem porta-vozes de sua campanha, sugerindo que escrevessem “censura nunca mais” em apoio ao candidato. Marçal ainda deixou claro que pretende adotar uma postura combativa nos próximos debates, prometendo atacar diretamente seus adversários.
PUBLICIDADE
A decisão do juiz Antonio Maria Patiño Zorz, que motivou a reação de Marçal, faz parte de um processo maior envolvendo o uso de redes sociais nas campanhas eleitorais. Perfis monetizados, como os de Marçal, podem ser considerados uma forma de arrecadação financeira que necessita de regulamentação adequada para garantir a equidade no processo eleitoral. O PSB, ao solicitar a suspensão dos perfis do candidato do PRTB, argumentou que a monetização de suas redes sociais poderia violar as regras eleitorais, justificando a necessidade de intervenção judicial.
O cenário político em São Paulo, especialmente nas eleições para a prefeitura, já tem se mostrado polarizado e marcado por debates intensos. A decisão judicial contra Marçal e sua subsequente reação indicam que a disputa eleitoral promete se intensificar ainda mais nas próximas semanas. O episódio também levanta questões sobre o papel das redes sociais na campanha e até que ponto a monetização dessas plataformas pode influenciar o resultado eleitoral.
Com a campanha em pleno andamento, as redes sociais continuam sendo um campo de batalha crucial para os candidatos, e a suspensão das contas de Pablo Marçal pode ter implicações significativas para a dinâmica da disputa. Resta saber como o candidato do PRTB irá se adaptar a essa nova realidade e quais serão os próximos passos de sua campanha.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






