Metalúrgico é espancado com barra de ferro por causa de xixi de cão
A vítima foi golpeada com barra de ferro na cabeça após se desentender com adolescente.
- Milton Machado, metalúrgico de 43 anos, foi brutalmente espancado com uma barra de ferro na Zona Oeste de São Paulo, sofrendo fraturas no rosto e lesões graves.
- A agressão pode ter sido motivada por um desentendimento anterior envolvendo um adolescente de 13 anos e seu pai, um policial militar, após Milton reclamar que o cachorro do jovem urinava nas rodas dos carros do condomínio.
- O caso está sendo investigado como tentativa de homicídio pela Polícia Civil, e a Secretaria da Segurança Pública informou que poderá haver punição de policiais envolvidos, com atuação da Corregedoria.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Metalúrgico é espancado com barra de ferro por causa de xixi de cão-Foto: Reprodução
Milton Machado, metalúrgico de 43 anos, sofreu fraturas no rosto e outras lesões graves após ser espancado com uma barra de ferro enquanto caminhava para o trabalho na Zona Oeste de São Paulo. O crime, registrado como tentativa de homicídio, ocorreu no dia 22 de agosto e está sob investigação da Polícia Civil.
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Segundo familiares, a violência pode ter sido motivada por um desentendimento que Milton teve com um adolescente de 13 anos no condomínio onde mora. Em vídeo gravado no dia 2 de agosto, Milton aparece questionando o jovem por permitir que seu cachorro urinasse nas rodas dos carros dos moradores. O pai do adolescente, um cabo da Polícia Militar, também estaria envolvido no caso.
Após o incidente, o adolescente registrou um boletim de ocorrência acusando Milton de ameaça, mas a gravação feita pelo metalúrgico não mostra qualquer indício de agressão ou ameaça verbal.
Dias depois, Milton foi seguido e atacado a caminho do trabalho. Testemunhas afirmam que o agressor o atingiu repetidamente na cabeça, mesmo quando ele já estava caído, e ameaçou voltar para matá-lo. A vítima sofreu fraturas no nariz, maxilar e face, além de lesões nos ombros e pernas.
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que investiga o caso e, caso seja comprovado o envolvimento de qualquer policial, medidas serão tomadas, inclusive com a atuação da Corregedoria.
Redação AM POST
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