Proposta de Roberto Cidade que incentiva a iniciação à pesquisa científica entre os estudantes da rede pública estadual segue para sanção governamental
A pesquisa científica é um instrumento de grande importância para construção e propagação do conhecimento.
- A Assembleia Legislativa do Amazonas aprovou por unanimidade o Projeto de Lei nº 73/2023, que cria a Política de Incentivo à Iniciação da Pesquisa Científica para estudantes da rede pública estadual.
- O projeto visa estimular alunos da educação básica à iniciação científica, promovendo protagonismo, inovação, pluralismo de ideias, e a valorização da ciência como estratégia para o desenvolvimento econômico e social do Estado.
- A participação dos estudantes será opcional e gratuita, com o objetivo de desenvolver competências, promover o crescimento pessoal e profissional, e preparar os jovens para o ensino superior e carreiras voltadas à ciência e pesquisa.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Divulgação / Assessoria
Notícias do Amazonas – Como forma de ampliar o acesso dos estudantes da rede pública à iniciação científica, o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado Roberto Cidade (UB), apresentou e teve aprovado por unanimidade dos parlamentares estaduais, o Projeto de Lei nº 73/2023, que cria a Política de Incentivo à Iniciação da Pesquisa Científica para Estudantes da Rede Pública Estadual de Ensino. O PL segue à sanção governamental.
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“A pesquisa científica é um instrumento de grande importância para construção e propagação do conhecimento, contribui para a promoção de atividades tecnológicas e é uma estratégia para o desenvolvimento econômico e social do Estado. É uma área que requer investimentos e ações que a fortaleçam e a estimulem. Com o desenvolvimento da ciência, pesquisa e tecnologia, nossos estudantes tendem a construir um futuro melhor para eles e para a sociedade”, afirmou.
De acordo com o projeto, os estudantes da educação básica da rede pública estadual de ensino serão estimulados à iniciação científica por meio do protagonismo no processo de construção e reconstrução de conhecimento em favor do bem comum; da promoção do processo de ensino-aprendizagem, com atividades relacionadas com o campo científico; da ampliação do estudo, da pesquisa, da ciência, da inovação e do desenvolvimento de competências à aprendizagem.
O PL incentiva, ainda, o pluralismo de ideias e concepções pedagógicas; a promoção das atividades humanísticas, científicas e tecnológicas como estratégias para o desenvolvimento econômico e social do Estado; a disseminação das ações de pesquisa entre os estudantes, estimulando a realização de debates e a produção de novos conhecimentos; o fortalecimento da divulgação da ciência e a valorização da cultura científica e participação nos processos criativos de resolução dos problemas sociais e de melhoria da qualidade de vida e bem-estar social.
“A participação dos estudantes no grupo de atividades será de caráter facultativo e gratuito, mas tenho certeza de que todos terão interesse em fazer parte dele. Essa demanda surgiu de solicitações de alunos que enxergam a importância de manterem habilidades que reflitam em oportunidade de crescimento pessoal e profissional. É dentro dessa perspectiva que a inserção do ensino científico aos estudantes se torna mais um instrumento valioso para aprimorar qualidades, conhecimento e estimular o início da formação de profissionais voltados à ciência e pesquisa, além de prepará-los para o ensino superior”, disse.
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