Síndrome Respiratória Aguda Grave afeta mais crianças de 1 a 4 anos no Amazonas
O hábito de usar máscaras de proteção e manter as mãos higienizadas são medidas de prevenção da doenca.

Foto: Bruno Esaki/EBC
As crianças de 1 a 4 anos são as mais afetadas pela Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), no Amazonas. O índice aponta 43% das crianças nessa faixa etária e menores de 1 ano representam 21%, mas há também ocorrência de pessoas com 60 anos ou mais com 13%, segundo dados divulgados, nesta segunda-feira (09/09), pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-RCP).
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No Amazonas, de 1º de janeiro a 7 de setembro, foram registrados 3.483 casos notificados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo 98 casos nas últimas três semanas (18/08 a 07/09). Desses 3.483 casos notificados de SRAG, foram 1.504 SRAG por vírus respiratórios, sendo 23 nas últimas 3 semanas. Ainda em 2024, até 07 de setembro, foram registrados 46 óbitos por vírus respiratórios.
É importante destacar que, nas últimas três semanas, os vírus respiratórios mais identificados em amostras laboratoriais foram: Rinovírus (28%), Adenovírus (5,9%), SARS-CoV-2 (2,3%) e Bocavírus (1,8%).
Prevenção
Para prevenir a SRAG, a recomendação é a adoção de medidas não farmacológicas, como o uso de máscaras de proteção respiratória, manter as mãos higienizadas, etiqueta respiratória e a vacinação contra covid-19 e influenza.
Redação AM POST
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