Internações por doenças respiratórias aumentam quase 28% no Brasil
Alta foi verificada no período de janeiro a agosto em 27 hospitais.
- Internações por doenças respiratórias em 27 hospitais públicos e filantrópicos do Brasil aumentaram 27,6% entre janeiro e agosto de 2024, em relação ao mesmo período do ano anterior, elevando os custos hospitalares em R$ 11 milhões.
- O aumento de custos é atribuído tanto ao maior número de internações quanto ao encarecimento do tratamento diário, pressionando financeiramente as instituições de saúde.
- Especialistas recomendam o investimento em medidas preventivas, como vacinação, e a preparação dos hospitais para picos sazonais, com otimização de recursos e revisão de protocolos.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Foto: Divulgação
Um levantamento realizado em 27 hospitais públicos e filantrópicos do Brasil revela um aumento alarmante nas internações por doenças respiratórias, que subiram 27,6% de janeiro a agosto de 2024, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Este crescimento representou um acréscimo de R$ 11 milhões nos custos hospitalares, conforme dados da Planisa, empresa especializada em gestão hospitalar.
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Marcelo Carnielo, especialista em gestão de custos hospitalares e diretor de Serviços da Planisa, enfatiza que a elevação nos custos hospitalares gera um impacto econômico significativo para as instituições de saúde. “O aumento de R$ 11 milhões reflete a pressão financeira adicional que os hospitais enfrentam, decorrente não apenas do aumento de internações, mas também da elevação nos custos diários de tratamento”, explicou.
Com a crescente demanda por atendimentos, os hospitais precisam adaptar suas operações para gerenciar tanto o número maior de pacientes quanto os custos operacionais elevados. Carnielo sugere que uma das principais estratégias para lidar com essa situação é o investimento em medidas preventivas. A vacinação contra doenças respiratórias e outras condições sazonais é fundamental, especialmente em períodos em que a incidência dessas doenças pode ser exacerbada por condições climáticas adversas.
Além disso, o diretor ressalta a importância de os hospitais se prepararem para picos sazonais e eventos climáticos extremos. Isso envolve otimizar a alocação de leitos, equipe médica e outros recursos, além de revisar continuamente os protocolos e práticas hospitalares para garantir a eficiência no atendimento.
*Com informações da Agência Brasil
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