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Mulher é condenada por matar amiga que corrigiu pronúncia errada em Manaus

Vítima foi morta a facada.

Por Hugo Guimarães

21/09/2024 às 10:25

  • Auxiliadora Vasconcelos dos Santos foi condenada a nove anos de prisão pelo homicídio de Deborah Lima Senna em fevereiro de 2022, após uma discussão em um mercadinho em Manaus.
  • O crime ocorreu após uma discussão motivada pela correção da pronúncia de uma frase, levando Auxiliadora a esfaquear a vítima no tórax.
  • Apesar da defesa pedir absolvição, o júri entendeu que houve lesão corporal seguida de morte; Auxiliadora continuará em prisão domiciliar, agora com monitoramento eletrônico, devido à filha de nove meses.

Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Notícias de Manaus – Auxiliadora Vasconcelos dos Santos foi condenada pela 2ª Vara do Tribunal do Juri, a nove anos de prisão em regime fechado pelo homicídio da corretora de imóveis Deborah Lima Senna em fevereiro de 2022, em um mercadinho, situado no bairro Cidade Nova, zona Norte de Manaus. A sessão foi realizada nesta quinta-feira (18) no Fórum Ministro Henoch da Silva Reis, bairro São Francisco, zona Sul de Manaus.

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Segundo as investigações conduzidas pelo 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP), as duas consumiam bebida alcoólica, por volta das 23h, do dia 5 de fevereiro daquele ano, começaram a discutir.

Durante a discussão, Deborah corrigiu a pronúncia de uma frase dita por Auxiliadora, que não gostou de ser corrigida. A condenada pegou uma faca e ao retornar desferiu um golpe no tórax da corretora.

O juiz James de Oliveira Santos presidiu a sessão. Como representante do Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) estava o promotor de Justiça Leonardo Tupinambá do Valle e como a assistente a advogada Shyrley Castelo Branco Monteiro, que sustentaram a condenação pelo homicídio qualificado por motivo fútil e surpresa da ação – uso de faca escondida -.

Já na defesa de Auxiliadora estava os advogados Naldo Canuto Fernandes e Jesualdo Ferreira Monteiro que argumentaram pela absolvição da ré por clemência ao argumentar a “ausência de materialidade delitiva e a não existência de provas de que o ato praticado pela ré tenha contribuído ou resultado efetivamente na morte da vítima”, assim como o afastamento das qualificadoras.

Ao final do julgamento, o conselho de sentença entendeu que o crime praticado foi de lesão corporal seguida de morte. Auxiliadora Vasconcelos dos Santos respondia ao processo em prisão domiciliar pelo fato de ter uma filha de nove meses. Com a condenação o juiz James de Oliveira Santos manteve a prisão domiciliar, porém, agora, com monitoramento eletrônico.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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