Caso Geovana: Preso pela morte de babá em Manaus nega crime e joga a culpa em foragido
O homem afirmou que está sendo incriminado e acusou Eduardo Gomes da Silva, que está sendo procurado pela polícia em Manaus.
- Foto: Reprodução
Antônio Chelton de Oliveira Lopes, de 25 anos, negou participação na morte da babá Geovana Costa Martins, de 20 anos, encontrada sem vida no dia 20 de agosto, em uma área de mata no bairro Tarumã, em Manaus. O corpo de Geovana apresentava sinais de tortura, o que gerou grande comoção pública e uma investigação rigorosa por parte das autoridades. Antônio foi preso na quarta-feira (25/09), acusado de envolvimento tanto na morte quanto na ocultação do corpo da jovem.
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Nesta quinta-feira (26/09), ao deixar a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), o suspeito foi abordado pela imprensa e afirmou não ter qualquer ligação com o crime. Em suas declarações, Chelton refutou as acusações e declarou não conhecer Camila Barroso, patroa de Geovana e apontada como uma das principais suspeitas do caso. Camila já se encontra detida pela polícia.
O homem afirmou que está sendo incriminado e acusou Eduardo Gomes da Silva, que está sendo procurado pela polícia em Manaus.
“Nunca ajudei, nunca fui marido de Camila, nunca fui marido de Geovana, nunca fiz nada disso aí. Eu alugava o carro do Eduardo, e infelizmente no dia que eu fui preso, estava no carro dele. Ele que está fazendo essa covardia comigo. Se ele é tão inocente, por que ele não vem aqui?”, disse Chelton, mencionando Eduardo.
A Polícia Civil deu detalhes em coletiva de imprensa sobre a prisão de Antônio Chelton Lopes de Oliveira, pelo suposto envolvimento na morte da babá.
“No dia 18 de agosto, um dia antes do crime, a Geovana foi retirada a força de dentro da casa de uma amiga, pois aparentemente, ela já pensava em sair da casa da Camila, pois se sentia presa por uma suposta divida que ainda não ficou clara e a Camila queria tomar de conta da vida de Geovana. Inclusive, a foto espancada da babá sobre uma cama foi tirada no dia 18, o que reforça a veracidade da história apurada pela Polícia Civil. A polícia suspeita ainda que Chelton possa ter participação direta nesse crime e que ele estava dentro desse carro, mas ele nega e joga a culpa em Eduardo, que é procurado”, disse a delegada Marília Campello, adjunta da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).
“O Antônio Chelton nega a participação dele no crime, assim como a Camila nega a participação dela no crime. O Antônio Chelton coloca a culpa toda no Eduardo mas nós temos comprovações técnicas de que esse veículo antes de ir para o Turumã ele também passa na rua da casa do Antônio Chelton”, completou a autoridade policial.
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