Petrobras aguarda resposta do Ibama sobre perfuração na Foz do Amazonas
A empresa espera há 16 meses a deliberação do instituto sobre a exploração na Margem Equatorial.
- Foto: Reprodução Pixabay
A Petrobras busca autorização para perfurar ao menos 16 poços exploratórios na Foz do Amazonas, mas enfrenta um impasse com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Após um primeiro pedido negado, a empresa fez nova solicitação em maio de 2023, mas o Ibama ainda não definiu um prazo para finalizar seu parecer.
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O investimento planejado pela Petrobras na região da Margem Equatorial é de US$ 3,1 bilhões, abrangendo uma área entre o Rio Grande do Norte e o Amapá. O Ibama havia solicitado uma avaliação ambiental para identificar áreas inadequadas para a extração de combustíveis fósseis, o que levou a um prolongado debate sobre a viabilidade do projeto.
Além de questões ambientais, o governo federal está dividido. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, enfatiza os riscos das mudanças climáticas e a necessidade de transição para energias renováveis, enquanto o presidente Lula (PT) defende a exploração da Margem Equatorial, apoiado pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. A Advocacia-Geral da União também se posicionou a favor da Petrobras, alegando que a avaliação ambiental não é indispensável.
Redação AM POST
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