Mãe morre assassinada e corpo de filho autista é encontrado 9 dias depois
Heddy foi encontrada morta no dia 25 de setembro, com sinais evidentes de violência.
- A Polícia Civil de Minas Gerais investiga um duplo homicídio em Vespasiano, envolvendo Heddy Lamar de Araújo, 36 anos, e seu filho Bernardo Lucas de Araújo Ribeiro, de 13 anos.
- Heddy foi encontrada morta em 25 de setembro com sinais claros de violência, enquanto o corpo de Bernardo, autista, foi localizado posteriormente em casa sem sinais externos de agressão.
- As autoridades continuam as investigações, realizando autópsia e colhendo depoimentos para esclarecer as circunstâncias e causas das mortes.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Foto: Divulgação
A Polícia Civil de Minas Gerais está investigando um duplo homicídio que chocou a cidade de Vespasiano, na Grande Belo Horizonte. A tragédia envolve o assassinato de Heddy Lamar de Araújo, 36 anos, e a morte de seu filho, Bernardo Lucas de Araújo Ribeiro, de apenas 13 anos. Os corpos foram encontrados em circunstâncias alarmantes, levando a um intenso trabalho das autoridades locais.
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Heddy foi encontrada morta no dia 25 de setembro, com sinais evidentes de violência. De acordo com a polícia, seu corpo apresentava ferimentos na nuca, na cabeça, nas mãos, no pescoço e no rosto. Ela foi descoberta por pessoas que subiam um monte na região para orar, que notaram a presença do corpo, que estava sem identificação. A mãe só foi reconhecida posteriormente, após o registro de boletim de ocorrência feito pelo pai de Bernardo, que relatou o desaparecimento do filho.
A busca pelo adolescente começou na quarta-feira, 3 de outubro, quando o pai de Bernardo formalizou o desaparecimento na delegacia. Ao chegarem na casa onde a criança morava com Heddy, os agentes notaram que as luzes estavam acesas e as janelas abertas, o que levantou suspeitas sobre a situação no interior do imóvel.
Os policiais, ao arrombar a porta do quarto do apartamento, encontraram o corpo de Bernardo. Ele estava dentro do quarto onde vivia com a mãe, na região do Jardim Guanabara, em Belo Horizonte. O adolescente, que era autista, não apresentava sinais de violência externa, mas sua morte em um contexto tão trágico levanta preocupações sobre a situação familiar e as possíveis circunstâncias que levaram a esses eventos.
Após a descoberta, o corpo de Bernardo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização de autópsia, a fim de determinar a causa da morte e esclarecer as circunstâncias que envolveram o caso. As investigações estão sendo conduzidas de forma minuciosa pela Polícia Civil, que busca reunir informações e testemunhos que possam elucidar a sequência de eventos que culminaram nesses assassinatos.
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