Cesta básica fica mais barata em Manaus
A queda foi de 1,01% em relação a outubro, ficando no valor de R$ 345,66.
Manaus foi uma das 17 capitais em que a cesta básica diminuiu neste mês de novembro. A queda foi de 1,01% em relação a outubro, ficando no valor de R$ 345,66, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
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Dentre os produtos que tiveram queda estão a banana (-9,85%), o arroz (-4,78%), do feijão (-3,77%), do óleo de soja (-3,47%), do café (-2,50%) e do tomate (- 0,21%).
No acumulado de janeiro a novembro, a capital amazonense ficou entre as quatro cidades em que a cesta básica mais diminuiu, chegando a -12,51% e perdendo apenas para Belém que chegou a -12,65%.
De acordo com o Dieese, o trabalhador utilizou 42,47% do salário mínimo, de R$ 937, para adquirir os produtos da cesta básica em novembro deste ano. Em comparação ao mesmo período do ano passado, houve uma queda de 7,4%.
O custo da alimentação de uma família manauara de quatro pessoas, sendo dois adultos e duas crianças, foi de R$ 1.036,98 em novembro, referente a 1,11 vezes maior que o salário mínimo. Em outubro, o valor chegava a R$ 1.047,57.
Produtos
Produto com a maior queda em Manaus, a banana, também teve redução em outras 16 cidades, das 21 em que ocorre a pesquisa do Departamento. “A oferta elevada da fruta em outubro e início de novembro, devido às altas temperaturas, reduziu o preço no varejo”, diz o Dieese.
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Apesar de ter diminuído o custo em 16 capitais brasileiras, em Manaus o açúcar ficou estável, sem alteração. “A expectativa de maior entressafra e as chuvas que dificultaram a colheita foram alguns dos fatores que elevaram o preço do açúcar nas usinas; mas, no varejo, o valor seguiu em queda na maior parte das cidades”, informou o Dieese.
“A fraca demanda de ambos os grãos (carioquinha e preto) explicou o resultado da desvalorização de preços”, explicou o Departamento sobre a queda do preço do feijão em 15 capitais.
Com ligeira alta, a manteiga alcançou uma variação de 2,37%, sendo o produto que apresentou maior diferença no mês, seguido da farinha (1,61%), do leite (1,52%), da carne (1,27%) e do pão (0,51 %).
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