Corpo de mulher que decapitou filho é desenterrado e queimado
De acordo com informações preliminares da Polícia Civil de Pernambuco, um grupo não identificado foi o autor do ato de profanação do corpo.
Na madrugada deste sábado (19/10), o corpo de Maria Rosália Gonçalves Mendes, acusada de matar e decapitar o próprio filho de 6 anos, foi desenterrado e queimado por um grupo de pessoas no Cemitério Municipal de Itambé, em Pernambuco. A ação criminosa chocou a cidade e as autoridades locais, que agora trabalham para identificar os responsáveis.
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De acordo com informações preliminares da Polícia Civil de Pernambuco, um grupo não identificado foi o autor do ato de profanação do corpo. Após retirar o caixão da cova, os criminosos atearam fogo aos restos mortais de Maria Rosália e fugiram em seguida, sem deixar pistas. Quando os funcionários do cemitério chegaram ao local pela manhã, encontraram o corpo queimado e imediatamente acionaram a polícia.
Até o momento, não há suspeitos identificados, e nenhum membro do grupo que cometeu o crime foi preso. A polícia abriu uma investigação para apurar o caso e tentar localizar os envolvidos na profanação do túmulo. As autoridades esperam que testemunhas ou câmeras de segurança próximas ao local possam ajudar a identificar os responsáveis pelo ato, considerado de extrema violência e desrespeito.
Maria Rosália ganhou notoriedade nacional após ser presa em flagrante, acusada de assassinar seu filho de 6 anos de maneira brutal, decapitando-o. O crime, que ocorreu no município de Itambé, chocou a população e gerou grande revolta. Na ocasião de sua prisão, a mulher resistiu à abordagem policial utilizando uma faca e acabou sendo atingida por 14 disparos feitos pelos agentes, que tentavam contê-la. Gravemente ferida, ela foi levada ao Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, na Paraíba, onde permaneceu internada por 30 dias antes de falecer.
Segundo o laudo médico, Maria Rosália morreu devido a complicações generalizadas causadas pelos ferimentos que sofreu durante a ação policial. Mesmo após sua morte, o caso continuou gerando comoção na região, o que pode ter motivado o ataque ao seu túmulo.
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