Delegado perde o emprego por envolvimento em esquema criminoso de milhões
Arthur Afonso Nobre de Araujo Sobrinho foi preso no dia 18 de outubro, após se apresentar na Corregedoria da Polícia Civil.
- O delegado Arthur Nobre foi exonerado do cargo de diretor da Seccional do Comércio, em Belém, após ser preso sob suspeita de envolvimento em um esquema de fraudes milionárias para obtenção de empréstimos.
- As investigações apontam que Nobre fazia parte de uma quadrilha que usava empresas de fachada e documentos falsos para conseguir mais de R$ 10 milhões em empréstimos bancários.
- Além de Nobre, outras pessoas foram presas, incluindo um ex-cartorário, uma advogada e um empresário, e o caso segue sob investigação do Ministério Público.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Divulgação
O delegado Arthur Nobre foi exonerado do cargo de diretor da Seccional do Comércio, em Belém, nesta terça-feira (22), após ser preso sob suspeita de envolvimento em um esquema de fraudes milionárias para obtenção de empréstimos.
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A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado pelo Chefe da Casa Civil, Luiziel Guedes. A exoneração ocorre em meio às investigações que apontam Nobre como parte de uma quadrilha que teria obtido mais de R$ 10 milhões de forma ilícita.
A Polícia Civil do Pará informou que o novo delegado titular da Seccional do Comércio será João Bosco de Andrade Fagioli. O g1 tentou contato com a defesa de Arthur Nobre, mas até o momento não obteve resposta.
Arthur Nobre foi preso no dia 18 de outubro, após se entregar à Corregedoria da Polícia Civil. Ele estava foragido desde o dia 14 do mesmo mês, quando a operação foi deflagrada.
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De acordo com as investigações, o delegado teria envolvimento em crimes de estelionato, falsificação de documentos e associação criminosa.
O esquema consistia em utilizar empresas de fachada, principalmente no setor de construção civil, para apresentar documentos falsos de imóveis inexistentes como garantia para empréstimos bancários. O caso foi denunciado em 2022 por um fundo de investimentos de São Paulo e está sendo investigado pelo Ministério Público, sob segredo de justiça.
Além de Nobre, outras pessoas foram presas, incluindo o ex-cartorário Diego Kós Miranda, a advogada Giseanny Valéria Nascimento da Costa e um empresário envolvido no esquema.
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