Erro de controlador quase causa acidente entre aviões
Segundo o relatório, o incidente foi desencadeado quando o controlador de tráfego aéreo.

Foto: Divulgação
Um relatório divulgado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB), revelou um incidente crítico envolvendo dois aviões comerciais de grande porte que estiveram a apenas 22 metros de uma colisão no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O episódio, ocorrido em 3 de dezembro de 2020, envolveu um avião da Azul Linhas Aéreas e outro da Gol, que transportavam juntos 231 passageiros e 11 tripulantes. Segundo o Cenipa, a proximidade extrema entre as aeronaves foi causada por uma falha na comunicação e supervisão do controlador de tráfego aéreo.
O Cenipa investiga acidentes e incidentes aéreos para recomendar medidas que possam evitar novos episódios. O documento divulgado detalha que o avião da Azul, um Embraer ERJ 190-200, estava em fase de aproximação final para pouso em Congonhas. A aeronave havia decolado do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com 68 passageiros e cinco tripulantes a bordo. Enquanto isso, um Boeing 737-8EH da Gol, com 163 passageiros e seis tripulantes, aguardava autorização para decolar rumo ao Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães, em Salvador.
Segundo o relatório, o incidente foi desencadeado quando o controlador de tráfego aéreo, responsável pela movimentação das aeronaves, não percebeu a proximidade entre o Embraer da Azul, que estava em procedimento de pouso, e o Boeing da Gol, pronto para decolar. Com a falta de uma orientação imediata para impedir a decolagem, as aeronaves acabaram por atingir uma distância perigosamente curta, estimada em apenas 22 metros.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





