Homem suspeito de mandar matar PM é integrante de facção criminosa de Manaus e já tinha ficha criminal extensa
O latrocínio que vitimou Goyamarck Loiola ocorreu no final de 2023 e gerou grande repercussão na cidade.

Foto: Divulgação
Lucivaldo Melo Castelo Branco Júnior, de 35 anos, suspeito de ser o autor do latrocínio (roubo seguido de morte) do policial militar Goyamarck Loiola, foi preso na última sexta-feira (22), em Porto Velho, Rondônia. Ele estava foragido desde outubro de 2023 e é integrante de uma facção criminosa que atua na cidade de Manaus, no Amazonas. A prisão de Lucivaldo marca o desfecho de uma intensa investigação conduzida pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que revelou detalhes sobre sua atuação criminosa e a ligação com o assassinato do policial.
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De acordo com a delegada Marília Campelo, titular da DEHS, Lucivaldo foi identificado como um dos envolvidos no crime desde o início das investigações, mas o trabalho policial só conseguiu capturá-lo agora, após mais de um ano de buscas. “Ele estava sendo procurado desde outubro do ano passado, após ser um dos autores do latrocínio do policial militar Goyamarck Loiola. Na época, nós representamos por várias medidas cautelares até chegarmos a um dos suspeitos, que é o Lucivaldo, que era quem conduzia a moto, o mentor do crime”, explicou a delegada.
O latrocínio que vitimou Goyamarck Loiola ocorreu no final de 2023 e gerou grande repercussão na cidade. A vítima, um policial militar, foi abordada por dois criminosos enquanto trafegava em uma moto. Durante a ação, os suspeitos dispararam contra Goyamarck, levando sua vida de forma brutal. A motivação para o crime foi o roubo de sua arma de fogo, que, segundo as investigações, tinha como objetivo abastecer o arsenal da facção criminosa à qual Lucivaldo pertence.
Lucivaldo, além de ser um dos suspeitos principais do assassinato, tem um histórico criminal extenso. Segundo a delegada Marília Campelo, ele já respondia por diversos crimes, incluindo roubos, tráfico de drogas, adulteração de sinal automotor, e sua principal função dentro da facção criminosa era cometer roubos para angariar recursos para o grupo. “Lucivaldo já respondia por cerca de 5 roubos, por tráfico de drogas, por adulteração de sinal automotor, integra organização criminosa e a função dele era cometer esses roubos, angariar recursos para a facção criminosa”, detalhou a autoridade policial.
A prisão de Lucivaldo em Porto Velho foi resultado de uma operação integrada entre as forças de segurança do Amazonas e de Rondônia, que atuaram em conjunto para localizar e capturar o suspeito.
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