Prefeitura de Manaus tem alta de 12% em notificações de obras irregulares na capital
Ano passado, no mesmo período, foram feitas 2.636 ações fiscais pela Gerência de Fiscalização de Obras (GFO).
- A Prefeitura de Manaus, via Implurb, realizou quase 3.000 fiscalizações de obras irregulares entre janeiro e outubro de 2024, um aumento de 12% em relação ao mesmo período de 2023.
- A fiscalização de posturas urbanas também cresceu 14% em 2024, totalizando 1.328 ocorrências, enquanto a soma das ações de 2021 a 2024 chegou a 16.507 registros.
- As fiscalizações são feitas com base em denúncias, demandas de órgãos públicos e rondas diárias, e a população pode colaborar denunciando irregularidades pelos canais oficiais disponibilizados.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Foto: Divulgação
Com uma média de 294 fiscalizações de obras irregulares por mês, a Prefeitura de Manaus, via Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), chega a quase 3.000 ações fiscais de janeiro a outubro de 2024, um incremento de 12%, em relação a 2023.
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Ano passado, no mesmo período, foram feitas 2.636 ações fiscais pela Gerência de Fiscalização de Obras (GFO). Só em outubro, o Implurb teve uma alta de 73%, realizando 345 fiscalizações, contra 200 do ano anterior.
Já a Gerência de Fiscalização de Postura (GFP) apresenta incremento de 14% no ano, somando 1.328 ocorrências, contra 1.169, de 2023.
A Divisão de Controle (Dicon), somando as ações das duas gerências, na gestão do prefeito David Almeida, de janeiro de 2021 a outubro de 2024, registra 16.507 ocorrências, sendo 5.745 de Postura e 10.762 de Obras.
Denúncias sobre obras irregulares e afins são atendidas pelo número do Disque Denúncia, pelo 3673-9305 (segunda a sexta, das 8h às 14h, exceto feriados e pontos facultativos), ou pelo 161 (segunda a sexta, das 8h às 14h), ou pelo e-mail [email protected]
As fiscalizações são realizadas pelas gerências da Dicon, por meio de denúncias, demandas de órgãos municipais e estaduais, e rota diária da equipe de fiscais nas ruas.
“Sempre pedimos à população apoio e colaboração para melhoria da urbanidade, do tecido urbano da cidade. Não se pode ocupar áreas públicas e nem construir ou obstruir calçadas e até mesmo as ruas, impedindo o livre ir e vir das pessoas, prejudicando a todos”, explicou o diretor de Planejamento do Implurb, Pedro Paulo Cordeiro.
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