Vídeo: professor de Jiu-Jitsu é transferido para Manaus após acusações de exploração sexual
Segundo as investigações, ele se aproveitava de sua posição de confiança como professor para cometer os abusos.
- Foto: divulgação
O professor de jiu-jitsu Alcenor Alves Soeiro, 57 anos, acusado de estuprar e explorar sexualmente 12 crianças e adolescentes, chegou a Manaus na madrugada deste sábado (30). O treinador, que foi preso em Santa Catarina na semana passada, será interrogado pela Polícia Civil do Amazonas na segunda-feira (2).
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A prisão de Soeiro ocorreu durante a operação “Armlock”, deflagrada pela Polícia Civil, após uma investigação que durou meses. As investigações apontam que os abusos eram praticados durante viagens para competições e na casa do acusado, onde ele dopava as vítimas para cometer os crimes. Além disso, Soeiro oferecia presentes, como roupas de jiu-jitsu, passagens aéreas e videogames, para manipular e corromper as crianças.
Modus operandi do abusador
Segundo as investigações, Soeiro se aproveitava de sua posição de confiança como professor de jiu-jitsu para cometer os abusos. Ele utilizava a prática esportiva como isca para atrair as vítimas, que eram, em sua maioria, crianças e adolescentes que sonhavam em se tornar atletas de alto rendimento.
A polícia acredita que os crimes ocorriam desde 2014 e que o acusado planejava fugir para Dubai. A prisão preventiva foi decretada pela Justiça do Amazonas devido ao risco de fuga e de novas agressões.
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Repercussão e medidas protetivas
A prisão de Soeiro causou grande repercussão na comunidade do jiu-jitsu e na sociedade em geral. A academia onde o treinador trabalhava emitiu uma nota repudiando os crimes e afirmando que colaborará com as investigações.
As autoridades estão tomando todas as medidas necessárias para garantir a proteção das vítimas e seus familiares. A polícia está à procura de novas vítimas e pede que qualquer pessoa que tenha informações sobre os crimes denuncie.
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