Garota de programa finge ser advogada para agentes de inteligência da PC e acaba presa
A suspeita visitou diversas unidades policiais se apresentando como advogada, portando um crachá falso da CGU.
- Uma garota de programa de 36 anos foi presa em flagrante em Boa Vista após se passar por advogada e servidora da CGU para tentar obter informações sobre um homem detido por violência doméstica.
- Ela usava um crachá falso e se apresentava como advogada do homem, com quem mantinha um relacionamento, sendo descoberta após consulta dos agentes à sua situação funcional.
- A suspeita foi levada ao 5º Distrito Policial e poderá responder por falsidade ideológica e outros crimes, enquanto a polícia investiga se ela já cometeu delitos semelhantes.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: divulgação
Uma garota de programa de 36 anos foi presa em flagrante nesta quinta-feira (5), em Boa Vista, após se passar por advogada e servidora pública da Controladoria Geral da União (CGU) para agentes do Departamento de Inteligência (Deint). A detenção ocorreu durante uma tentativa da mulher de obter informações sobre um homem preso por violência doméstica, alegando ser sua advogada.
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A suspeita visitou diversas unidades policiais se apresentando como advogada do homem detido, portando um crachá falso da CGU. Ao consultar os sistemas, os agentes da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP) descobriram que a mulher era ex-estagiária do órgão, mas não possuía mais vínculo empregatício. Diante das evidências, a mulher foi presa em flagrante por falsidade ideológica.
As investigações iniciais apontam que a mulher e o homem preso por violência doméstica possuem um relacionamento. A polícia suspeita que a mulher tenha se passado por advogada para tentar influenciar nas investigações e obter informações privilegiadas sobre o caso.
A mulher foi conduzida ao 5º Distrito Policial, onde será interrogada e poderá responder por outros crimes, além da falsidade ideológica. As autoridades também investigam se ela já praticou outros crimes semelhantes.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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