Amazonas

Amazonas


A notícia que atravessa o Brasil!

Pesquisar por em AM POST

Ari Moutinho se torna réu no STJ por injúria contra presidente do TCE-AM

Se condenado, Ari Moutinho Júnior poderá enfrentar pena de até seis meses de detenção.

Por Jonas Souza

05/12/2024 às 19:06 - Atualizado em 05/12/2024 às 19:07

Ari Moutinho Júnior, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), foi tornado réu pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), acusado pelo crime de injúria contra a conselheira Yara Amazônia Lins, atual presidente da instituição. A denúncia, apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF), foi aceita nesta semana e está relacionada a um episódio ocorrido em outubro de 2023, durante uma disputa pela presidência do Tribunal.

PUBLICIDADE

O caso

Segundo o relato de Yara Lins, a ofensa aconteceu momentos antes da eleição para a presidência do TCE, referente ao biênio 2024/2025. Após cumprimentar Moutinho Júnior com um “bom dia”, ela teria recebido uma resposta carregada de xingamentos e ameaças. “Eu fui dar bom dia, e ele me disse: ‘bom dia, nada. Safada, puta, vadia. Eu vou te f***r, você vai ver junto ao STJ'”, declarou a conselheira ao registrar a denúncia na Delegacia-Geral de Polícia Civil.

A investigação foi conduzida pela Polícia Federal, resultando na denúncia formal do MPF. O relator do caso no STJ, ministro Antonio Carlos Ferreira, destacou que o episódio não ocorreu de forma isolada, mas reflete um ambiente de disputas políticas e tensões pessoais dentro do Tribunal de Contas.

Se condenado, Ari Moutinho Júnior poderá enfrentar pena de até seis meses de detenção. Além disso, o caso poderá ser reclassificado para crimes mais graves, dependendo do andamento do processo.

Histórico de polêmicas

A trajetória de Moutinho Júnior é marcada por controvérsias. Em 2004, ele foi investigado na Operação Albatroz, acusado de participar de um esquema que desviou R$ 500 milhões em licitações fraudulentas. O caso resultou na sua exoneração da Casa Civil no governo Eduardo Braga.

Outras acusações incluem compra de votos em 2006, agressão a um empresário de 70 anos em 2019 e suposta cobrança de propina envolvendo aluguéis em Manaus em 2021. Em 2020, ele insultou o governador Wilson Lima e empresários durante uma audiência pública, utilizando termos considerados inapropriados.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

O AM POST está em todo lugar

Baixe agora mesmo o nosso app

Faça parte da comunidade

  • Praticidade na informação

  • Notícias todos os dias

  • Compartilhe com facilidade

WhatsApp Telegram
Sobre o TEA

O Autismo traz limitações mas, isto não significa incapacidade. Todos temos alguma habilidade.

Nay Potarcio

Últimas notícias

Manaus

Assaltantes são espancados pelas suas próprias vítimas dentro de ônibus na Zona Leste de Manaus

Suspeitos tentaram assaltar coletivo na Bola da Suframa, mas foram contidos pelas vítimas até a chegada da Polícia Militar.

há 10 minutos

Brasil

Pesquisa Genial/Quaest: 42% dos brasileiros apoiam Michelle Bolsonaro em embate público com Flávio

Levantamento aponta que apenas 18% dão razão ao senador no conflito familiar e político; maioria também aprova a decisão da ex-primeira-dama de expor a disputa em vídeo.

há 10 minutos

Amazonas

BR-319: ponte sobre o Igarapé Rio Novo terá interdições diárias até agosto para manutenção

Tráfego será interrompido em horários específicos no km 367,20 da rodovia para obras de manutenção na ponte de madeira.

há 12 minutos

Brasil

Quaest: Maioria dos brasileiros vê Flávio Bolsonaro como o mais rejeitado da família

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (15) mostra que mais da metade dos brasileiros não enxerga o senador como o integrante mais equilibrado da família Bolsonaro.

há 22 minutos

Brasil

Lista revelada: veja quem são os advogados e empresas na mira da operação bilionária do ICMS

Investigação aponta prejuízo superior a R$ 3,8 bilhões aos cofres públicos. Entre os alvos estão escritórios de advocacia, consultorias e empresários ligados a três grupos econômicos.

há 52 minutos