Flordelis e colegas de cela vão para solitária de presídio; saiba o motivo
Depois de ser punida, Flordelis passou mal foi levada para a UPA.
- Flordelis, ex-deputada federal condenada pelo assassinato do marido, foi levada para a solitária após um celular ser encontrado em sua cela durante uma vistoria de rotina no Instituto Penal Talavera Bruce, no Rio de Janeiro.
- Junto com Flordelis, outras três detentas foram isoladas e perderam privilégios como aulas de crochê e visitas íntimas, enquanto a Secretaria de Administração Penitenciária investiga como o aparelho entrou na prisão.
- Após o ocorrido, Flordelis teve um pico de pressão alta, foi atendida na UPA do Complexo Penitenciário de Bangu e o caso reacendeu discussões sobre a segurança e o uso de celulares nas prisões brasileiras.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Bruno Dantas / TJRJ
A ex-deputada federal Flordelis, condenada por matar o marido Anderson do Carmo, foi levada para a solitária do Instituto Penal Talavera Bruce, em Gericinó, na zona oeste do Rio de Janeiro, após a descoberta de um celular em sua cela. O incidente aconteceu na noite da última quarta-feira, 4, durante uma vistoria de rotina realizada por agentes penitenciários. A informação é do site Metrópoles.
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Além de Flordelis, outras três detentas também foram isoladas, após a apreensão do aparelho, encontrado debaixo da cama de uma das presas. A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) foi imediatamente acionada e iniciou uma investigação para apurar como o celular entrou na cadeia e de quem seria o dispositivo. O aparelho foi enviado à 34ª Delegacia de Polícia, em Bangu, para análise.
Embora Flordelis tenha afirmado que não utilizou o telefone e que o celular não lhe pertencia, sendo encontrado em uma cama de outra prisioneira, a ex-deputada foi punida juntamente com as outras detentas. Além do isolamento, as quatro perderam privilégios como aulas de crochê e visitas íntimas, benefícios que tinham dentro da prisão.
Após o ocorrido, Flordelis apresentou quadro de pressão alta e foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Complexo Penitenciário de Bangu, onde recebeu medicação e passou a noite em observação. Na manhã seguinte, realizou novos exames e retornou à sua unidade no presídio.
O caso trouxe à tona novamente as tensões dentro do sistema penitenciário, com o uso de celulares nas prisões sendo uma questão recorrente. A Seap afirmou que continuará investigando o caso e reforçando o combate à entrada de materiais proibidos nas unidades prisionais, que continuam sendo um desafio para as autoridades.
Flordelis cumpre pena por sua participação no assassinato de seu marido, Anderson do Carmo, em 2019. Ela foi condenada a 50 anos de prisão por homicídio qualificado e é considerada uma das figuras mais polêmicas da política e da religião no Brasil. O episódio na prisão gera ainda mais atenção sobre sua trajetória e as condições das mulheres encarceradas no país.
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