“Nunca imaginei que ele fosse matar meu filho”, diz mãe de vigilante carbonizado por professor de artes marciais no AM
Felipe Bezerra, principal acusado, era conhecido por ser professor de artes marciais e instrutor de Atendimento Pré-Hospitalar (APH).
- Francisca Gonçalves, mãe de Emanoel dos Santos Junior, expressou sua dor após o assassinato brutal do filho e de Bruno França Candido, ambos mortos e carbonizados em Iranduba (AM) em 1º de dezembro.
- Os suspeitos, Felipe Oder Carlos Bezerra (professor de artes marciais e ex-patrão das vítimas) e sua companheira Keronlayne Duarte, foram presos; o crime teria sido motivado por uma dívida trabalhista cobrada pelas vítimas.
- Felipe teria matado Bruno com golpes e facadas e Emanoel com uma paulada, queimando os corpos em seguida; Keronlayne facilitou o crime, e ambos responderão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: AM POST
Francisca Gonçalves, mãe do vigilante Emanoel de Jesus dos Santos Junior, compartilhou sua dor e indignação em entrevista à imprensa após o brutal assassinato de seu filho, de 23 anos, e do segurança Bruno França Candido. Os dois foram mortos e tiveram seus corpos carbonizados no dia 1º de dezembro, em Iranduba, município no estado do Amazonas.
Os suspeitos do crime, Felipe Oder Carlos Bezerra, professor de artes marciais, e sua companheira, Keronlayne Duarte da Silva de Vasconcelos, foram presos na última quinta-feira (26). O caso chocou a comunidade local pela violência empregada e pelas circunstâncias que antecederam o ato.
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Felipe Bezerra, principal acusado, era conhecido por ser professor de artes marciais e instrutor de Atendimento Pré-Hospitalar (APH). Segundo relatos da mãe, ele conheceu Emanoel em uma academia e frequentemente contratava o jovem para trabalhos de vigilância. Bruno também trabalhava para Felipe, e ambos eram vistos como pessoas próximas ao acusado.
Francisca Gonçalves revelou que não desconfiava das intenções de Felipe, que, além de empregador, parecia ser um amigo de confiança de seu filho.
“Nunca imaginei que ele fosse matar meu filho. Ele sempre arrumava trabalho para ele e várias vezes o levava para um sítio para dar aulas. Agora que eu soube que ele devia dinheiro para o meu filho”, desabafou Francisca.
Os dois jovens estavam sem receber salários há cerca de quatro meses e, diante da situação, passaram a cobrar a dívida do instrutor. Essa pressão financeira teria sido o estopim para o crime.
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Sobre o crime
No dia do assassinato, Keronlayne teria levado Bruno ao sítio de Felipe, onde Emanoel já estava. No local, houve um desentendimento entre as vítimas e o suspeito, resultando em um desfecho trágico.
Felipe atacou Bruno com golpes de artes marciais e facadas no pescoço. Ao tentar defender o amigo, Emanoel foi atingido na cabeça com uma paulada, o que resultou em sua morte. Em seguida, o professor teria queimado os corpos das vítimas por horas em uma fogueira para tentar ocultar os vestígios do crime.
Prisões e Investigação
A Polícia Civil identificou Felipe como o autor das mortes e apontou Keronlayne como cúmplice, tendo ela facilitado a ida de Bruno ao local. Após investigações, o casal foi preso e deve responder por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
Francisca Gonçalves agora busca forças para lidar com a perda do filho e pede que a justiça seja feita. “Meu filho era um trabalhador”, disse.
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