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Justiça da Coreia do Sul emite mandado de prisão contra presidente afastado após decreto de Lei Marcial

A tentativa de imposição da lei marcial foi interpretada como uma resposta autoritária a uma crescente instabilidade política.

Por Jonas Souza

31/12/2024 às 15:59 - Atualizado em 31/12/2024 às 16:11

A crise política na Coreia do Sul ganhou novos desdobramentos na segunda-feira (30), quando a Justiça sul-coreana emitiu um mandado de prisão contra o presidente Yoon Suk-yeol, acusado de insurreição após tentar impor uma lei marcial no início de dezembro. O episódio levou ao impeachment do líder, cujo processo ainda aguarda revisão pela Corte Constitucional, o mais alto tribunal do país.

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A tentativa de imposição da lei marcial foi interpretada como uma resposta autoritária a uma crescente instabilidade política e social no país. Yoon Suk-yeol justificou a medida afirmando que agiu dentro de suas prerrogativas presidenciais, conforme previsto na Constituição sul-coreana. “A declaração de Lei Marcial é um poder concedido ao presidente sob a Constituição. O presidente exerceu essa autoridade legitimamente como parte de seu dever de proteger a ordem constitucional da nação”, declarou em nota oficial.

A polêmica em torno do impeachment de Yoon Suk-yeol escalou rapidamente. A lei marcial proposta incluía medidas severas, como a suspensão de liberdades civis e o uso de forças militares para conter manifestações. A medida foi amplamente condenada tanto dentro quanto fora da Coreia do Sul, sendo vista como uma tentativa de suprimir a oposição política e consolidar o poder.

O Parlamento sul-coreano aprovou o impeachment em tempo recorde, mas, segundo as leis do país, a decisão precisa ser ratificada pela Corte Constitucional. Enquanto isso, o mandado de prisão emitido pela Justiça representa uma intensificação da pressão sobre o presidente afastado.

Mandado de prisão

A decisão judicial de emitir o mandado de prisão contra Yoon Suk-yeol baseia-se em acusações de insurreição, um crime considerado gravíssimo na Coreia do Sul. Até a manhã desta terça-feira (31), no entanto, o presidente afastado ainda não havia sido preso. Forças de segurança permanecem em alerta para executar a ordem judicial, enquanto apoiadores e opositores de Yoon realizam manifestações em diferentes pontos do país.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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