Homens flagrados no “surubão do Arpoador” são identificados com ajuda de IA e devem ser penalizados
As imagens que flagraram sessão de sexo grupal e viralizaram nas redes sociais ficaram conhecidas como o “surubão do Arpoador”.
- Pelo menos 30 homens foram identificados pela Polícia Civil através de reconhecimento facial após participarem de uma orgia na Pedra do Arpoador no Ano Novo.
- As imagens usadas para identificação vieram de câmeras de segurança e registros online, sendo analisadas por peritos e cruzadas com bancos de dados civis e criminais.
- O caso gerou debate sobre comportamento em espaços públicos e privacidade, além de envolver possíveis contravenções penais por atos obscenos.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Reprodução
A celebração do Ano Novo na Pedra do Arpoador, Zona Sul do Rio de Janeiro, ganhou as manchetes por um motivo inusitado: pelo menos 30 homens que participaram de uma orgia no local foram identificados pela Polícia Civil através de um sistema de reconhecimento facial. O episódio, que viralizou nas redes sociais sob o apelido de “surubão do Arpoador”, está sendo investigado pela 12ª Delegacia de Polícia (Leblon).
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As imagens da sessão de sexo grupal foram captadas por câmeras de segurança instaladas nas proximidades e por registros compartilhados online. Esses materiais foram enviados ao Instituto de Identificação Félix Pacheco, que utiliza uma tecnologia desenvolvida em parceria com o Detran para identificar indivíduos. O processo envolve o cruzamento das imagens com bancos de dados civis e criminais, gerando uma lista preliminar de até 100 possíveis correspondências. Os resultados passam por uma análise detalhada conduzida por peritos antes de serem encaminhados para a investigação.
O delegado responsável pelo caso afirmou que os homens identificados serão convocados para prestar depoimentos na delegacia. Embora a tecnologia de reconhecimento facial ofereça um alto nível de precisão, cabe à investigação determinar a participação efetiva dos envolvidos.
O episódio levantou questões sobre comportamento em espaços públicos e privacidade. Especialistas em segurança e direito destacam que a prática de atos obscenos é prevista como contravenção penal no Código Penal Brasileiro.
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