Seduc-AM investiga suspeita de certificado escolar falso do ex-vereador Sassá em Manaus
O documento apresentado a Justiça Eleitoral afirma que Sassá concluiu o ensino fundamental em 2000.
- Seduc-AM investiga suspeita de certificado escolar falso do ex-vereador Sassá em Manaus-Foto: divulgação
A Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar do Amazonas (Seduc-AM) iniciou uma investigação para verificar a autenticidade do certificado de ensino fundamental apresentado pelo ex-vereador Sassá da Construção Civil (PT) à Justiça Eleitoral para concorrer nas eleições de 2024.
PUBLICIDADE
A denúncia foi inicialmente publicada pelo portal Radar Amazônico, que revelou inconsistências no certificado emitido em 2017. De acordo com o documento, Sassá teria concluído o ensino fundamental no ano de 2000 na Escola Estadual Vasco Vasques, situada no bairro Jorge Teixeira, zona Leste de Manaus. Contudo, fontes da instituição afirmaram que o certificado é falso pois os gestores que assinam o documento não eram os que comandavam a escola na época.
Em resposta às acusações, a Seduc-AM divulgou uma nota informando que está realizando um levantamento detalhado junto aos departamentos e à Coordenadoria Distrital de Educação da zona Leste para rastrear a trajetória escolar de Sassá na rede pública estadual. Paralelamente, a Secretaria confirmou que instaurará um processo administrativo para investigar o caso e, se necessário, tomar as medidas legais cabíveis.
“A Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar informa que está realizando um levantamento, junto aos seus departamentos, coordenadoria distrital de educação e escola citada, a fim de que possa identificar a trajetória escolar do referido aluno na rede estadual de ensino. Paralelo a esse levantamento pedagógico, a Secretaria de Educação abrirá uma investigação administrativa para apurar os fatos, com intuito de constatar a veracidade das informações divulgadas pela mídia para eventuais medidas legais cabíveis”, destacou a nota oficial.
O ex-vereador Sassá da Construção Civil negou que o certificado seja falso e prometeu entrar com uma ação judicial contra o portal Radar Amazônico, alegando perseguição e difamação.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos







