Assistente social sofre sequelas graves após procedimento estético e perde parte do nariz
Poliana relatou que decidiu realizar o tratamento inspirada por uma influenciadora digital.
- Poliana Ferraz, inspirada por uma influenciadora digital, procurou uma clínica para lipo de papada e acabou submetida ao uso de PMMA sem seu conhecimento, resultando em necrose parcial do nariz e graves sequelas.
- A profissional responsável ofereceu outros procedimentos com descontos em troca de divulgação nas redes sociais, e Poliana aceitou um preenchimento no bigode chinês, sem saber dos riscos envolvidos.
- Após as complicações, Poliana enfrentou dificuldade de contato com a profissional e levou o caso à Justiça, onde a responsável foi condenada a indenização, mas tenta se eximir da responsabilidade judicialmente.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: divulgação
Caiu na rede é post! – A busca por estética e autoestima terminou em um pesadelo para a assistente social e sexóloga Poliana Ferraz, de 35 anos. Em 2022, ela procurou uma clínica em Taguatinga Sul para realizar um procedimento na região da papada. No entanto, sem que soubesse, foi submetida ao uso de polimetilmetacrilato (PMMA), substância conhecida por seus riscos quando aplicada indevidamente. O resultado foi a necrose parcial de seu nariz, deixando sequelas físicas e psicológicas.
PUBLICIDADE
Influência Digital
Poliana relatou que decidiu realizar o tratamento inspirada por uma influenciadora digital. Embora sua papada a incomodasse, ela nunca teve grandes problemas com sua aparência. Ao chegar à clínica, pagou R$ 1,9 mil pela lipo de papada. No entanto, a profissional responsável pelo atendimento, que se apresenta nas redes sociais como “enfermeira esteta”, ofereceu outros procedimentos com preços reduzidos. Inicialmente, Poliana recusou, mas mudou de ideia ao ouvir que poderia pagar metade do valor para um preenchimento no bigode chinês, totalizando R$ 350, com a outra parte coberta por uma divulgação no Instagram.
Complicações
Poucas horas após sair da clínica, Poliana começou a sentir dores intensas. No mesmo dia, parte de seu nariz ficou roxa e iniciou um processo de necrose. A vítima afirmou que não sabia que havia recebido PMMA, pois a profissional teria dito que utilizou ácido hialurônico. O tempo passou, e os problemas só aumentaram: a ferida não cicatrizava, forçando a assistente social a passar por enxertos e, posteriormente, a enfrentar dificuldades respiratórias.
Batalha judicial
Nos primeiros momentos após a complicação, a enfermeira tentou auxiliar Poliana com remédios e assistência. No entanto, conforme a gravidade dos danos se tornou evidente e a necessidade de cirurgias reparadoras cresceu, a profissional teria passado a evitar contato e, por fim, chegou a bloquear a paciente.
O caso foi levado à Justiça. Em primeira instância, a profissional foi condenada a pagar uma indenização de R$ 20 mil por danos materiais. No entanto, a defesa da acusada entrou com uma ação declaratória de inexistência de débitos, numa tentativa de evitar novas cobranças e se eximir de responsabilidade.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






