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Carlos Bolsonaro rebate acusações feitas por Mauro Cid em delação

Carlos Bolsonaro negou categoricamente as alegações, ironizando a credibilidade de Cid.

Por Jonas Souza

19/02/2025 às 21:05 - Atualizado em 20/02/2025 às 16:31

Notícias de Política – O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL), utilizou sua conta na rede social X para reagir às recentes acusações feitas pelo tenente-coronel Mauro Cid em sua delação premiada. Cid apontou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro como o principal operador do chamado “gabinete do ódio”, grupo responsável por ataques a adversários políticos e disseminação de fake news nas redes sociais.

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Carlos Bolsonaro negou categoricamente as alegações, ironizando a credibilidade de Cid e sugerindo que suas declarações foram feitas sob pressão. “Não se trata apenas de um pobre coitado que sofria ameaças para delatar. Ele expõe acusações falsas e sem comprovação”, declarou Carlos. Em tom sarcástico, o vereador ainda minimizou a experiência militar de Cid, afirmando que ele possuía apenas “curso de bolinhas de gude e peteca” no Exército.

Críticas e Comparativos

No mesmo pronunciamento, Carlos Bolsonaro mencionou o ex-assessor especial da Presidência, Filipe Martins, preso em 8 de fevereiro de 2024 sob suspeita de envolvimento em uma tentativa de golpe de Estado. O vereador alegou que Martins seria um verdadeiro “perseguido político”, ao contrário de outros investigados que, segundo ele, teriam atuado contra os interesses do povo brasileiro. “Isso sim é um perseguido político, e não aqueles que nitidamente tramaram contra o povo brasileiro, conduzindo inocentes — que nem chegaram perto da Praça dos Três Poderes — e encaminhando-os para a ‘câmara de gás'”, escreveu o vereador, em referência aos processos contra apoiadores de seu pai.

Delação e Revelações

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A reação de Carlos Bolsonaro ocorreu após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, derrubar o sigilo da delação premiada de Mauro Cid nesta quarta-feira (19/2). No depoimento, o ex-ajudante de ordens da Presidência detalhou o funcionamento do chamado “gabinete do ódio” e indicou que Carlos Bolsonaro era o principal articulador das campanhas de desinformação promovidas pelo grupo.

Em um trecho da delação, Cid afirmou que “Carlos Bolsonaro ditava o que deveria ser postado e falado” nas redes sociais do ex-presidente, enquanto Jair Bolsonaro ficava encarregado de sua conta no Facebook. “Carlos Bolsonaro tomava conta das outras redes do ex-presidente (Instagram, Twitter e outras); que o ex-presidente todo dia de manhã queria postar alguma coisa no Facebook, e às vezes Carlos replicava nas outras redes”, revelou Cid em depoimento.

As declarações de Mauro Cid colocam Carlos Bolsonaro no centro das investigações sobre a utilização de estruturas institucionais para propagar ataques contra autoridades e opositores políticos. A repercussão da delação deve intensificar a pressão sobre o vereador, que segue negando qualquer envolvimento com o esquema descrito por Cid.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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