“Eu caguei para prisão”, dispara Bolsonaro após ser denunciado pela PGR
A PGR denunciou, na última terça-feira (18), 34 pessoas, incluindo Bolsonaro, sob a acusação de planejar uma tentativa de golpe de Estado.
- Jair Bolsonaro afirmou não se preocupar com a possibilidade de prisão, reagindo de forma desafiadora durante evento do Partido Liberal após ser denunciado pela PGR.
- A Procuradoria-Geral da República denunciou Bolsonaro e mais 33 pessoas por suposto envolvimento em trama golpista, incluindo crimes como tentativa de golpe de Estado e organização criminosa.
- Bolsonaro nega envolvimento, chama as acusações de perseguição política e diz ter a consciência tranquila, enquanto a denúncia gera repercussão entre aliados e opositores; caso aceita pelo STF, ele pode virar réu.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: reprodução
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira (20) não se preocupar com a possibilidade de ser preso. A declaração ocorreu durante o Seminário Nacional de Comunicação do Partido Liberal, poucos dias após a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciá-lo por suposto envolvimento em uma trama golpista.
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“O tempo todo isso de vamos prender Bolsonaro. Eu caguei para prisão”, disse o ex-mandatário, em tom desafiador, no evento do PL.
A PGR denunciou, na última terça-feira (18), 34 pessoas, incluindo Bolsonaro, sob a acusação de planejar uma tentativa de golpe de Estado. Além do ex-presidente, nomes próximos a ele também foram implicados na investigação, que aponta para uma suposta organização criminosa com o objetivo de subverter a ordem democrática no Brasil.
Em sua defesa, Bolsonaro negou qualquer envolvimento no caso e criticou as acusações feitas contra ele. “Estou com a consciência tranquila, não tem nada contra a gente além das narrativas. Agora investiram nessa última de golpe. Geralmente, quem dá golpe é quem ganha. Agora, o duro é quando você é golpeado e te acusam de dar golpe. Eu estou tranquilo”, declarou.
A denúncia assinada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, lista crimes como organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Segundo a peça da PGR, os atos investigados teriam causado grande prejuízo ao patrimônio público e representado uma ameaça à estabilidade democrática do país.
A declaração do ex-presidente gerou repercussão entre aliados e opositores. Enquanto apoiadores classificam a denúncia como uma perseguição política, adversários políticos e especialistas em direito apontam a gravidade das acusações e a necessidade de responsabilização caso os crimes sejam comprovados.
A investigação segue em andamento e pode levar Bolsonaro a responder criminalmente na Justiça. Caso as acusações sejam aceitas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente pode se tornar réu no processo.
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