Carro atropela 14 pessoas em Israel; polícia trata caso como atentado terrorismo
O incidente ocorreu em um ponto de ônibus e deixou uma jovem de 17 anos em estado crítico.
- Foto: Reprodução
Um ataque classificado como um “ato terrorista” resultou no atropelamento de 14 pessoas em um cruzamento na cidade de Haifa, no sul de Israel, nesta quinta-feira (27). O incidente ocorreu em um ponto de ônibus e deixou uma jovem de 17 anos em estado crítico, além de duas outras vítimas gravemente feridas.
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De acordo com informações da imprensa local, o agressor avançou com o veículo em alta velocidade contra um grupo de pedestres que aguardava no ponto. “O carro acelerou e atingiu um grupo de pessoas no cruzamento de Karkur. Ele atingiu (pedestres em) um ponto de ônibus”, relatou um porta-voz da polícia. Após o ataque inicial, o suspeito tentou fugir e colidiu com um carro da polícia.
Infelizmente, mais um suposto atentado terrorista deixou 13 pessoas feridas em Israel. Duas vítimas ficaram em estado crítico, e uma delas é uma jovem de 17 anos. O motorista, um palestino de 53 anos, morreu no local.
Que as vítimas possam se recuperar em breve e superar esse… pic.twitter.com/YJ1I5uhYCZ
— Kim Kataguiri (@KimKataguiri) February 27, 2025
Segundo relatos das autoridades israelenses, a perseguição ao motorista se iniciou imediatamente após o atropelamento. O suspeito tentou continuar avançando com o veículo, mas foi interceptado pelas forças de segurança após atingir uma viatura policial.
“As forças policiais conseguiram interceptar um veículo suspeito e prender um suspeito”, declarou um porta-voz da polícia. Durante a abordagem, o agressor foi “neutralizado” pelas autoridades. Ainda não há informações detalhadas sobre sua identidade ou motivações.
O ataque, que ocorreu em meio a um contexto de alta tensão na região, foi classificado pelas autoridades como um “possível ato terrorista”. A segurança foi reforçada nos arredores do local e investigações adicionais foram iniciadas para determinar se o agressor agiu sozinho ou fazia parte de um grupo organizado.
O primeiro-ministro de Israel ainda não se pronunciou oficialmente sobre o incidente, mas fontes do governo afirmam que as forças de segurança permanecem em alerta máximo para evitar novos ataques.
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