Curiosidades

Curiosidades


A notícia que atravessa o Brasil!

Pesquisar por em AM POST

Horror em Amityville: A verdade por trás do caso que chocou o mundo

A casa foi marcada por um crime brutal que daria origem a uma das histórias mais famosas de ‘true crime’.

Por michael

25/03/2025 às 12:25 - Atualizado em 25/03/2025 às 12:44

  • Em 1974, Ronald DeFeo Jr. assassinou seis membros de sua família na casa de 112 Ocean Avenue, Amityville, sendo condenado à prisão perpétua e morrendo em 2021.
  • Em 1975, a família Lutz comprou a casa e alegou ter vivido experiências paranormais intensas, que inspiraram o livro "The Amityville Horror" e um filme de grande sucesso, mas suas alegações logo foram questionadas por inconsistências e falta de evidências.
  • O caso ganhou destaque cultural com o envolvimento dos investigadores Ed e Lorraine Warren e permanece controverso, sendo considerado uma mistura de crime real e suposta fraude paranormal ampliada pela mídia.

Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Curiosidades – Em 13 de novembro de 1974, a cidade de Amityville, em Long Island, Nova York, foi marcada por um crime brutal que daria origem a uma das histórias mais famosas de true crime e paranormalidade. Ronald DeFeo Jr. assassinou sua família na casa localizada na 112 Ocean Avenue, um evento trágico que, anos depois, seria eclipsado pelas alegações sobrenaturais da família Lutz. Este artigo explora os fatos documentados dos assassinatos, as controvérsias das assombrações e o impacto cultural do caso conhecido como Horror em Amityville.

PUBLICIDADE
Amityville

Foto: Casa Amityville na 112 Ocean Avenue

Os Assassinatos de 1974

Na madrugada de 13 de novembro de 1974, Ronald Joseph DeFeo Jr., então com 23 anos, usou um rifle Marlin 336C calibre .35 para matar seis membros de sua família enquanto dormiam. As vítimas foram seu pai, Ronald Sr., 43 anos, sua mãe, Louise, 43, e seus irmãos Dawn, 18, Allison, 13, Marc, 12, e John, 9. Segundo registros do Departamento de Polícia do Condado de Suffolk, disponíveis em arquivos judiciais públicos, DeFeo inicialmente alegou que um assassino da máfia havia invadido a casa, mas confessou o crime no dia seguinte. Durante o julgamento em 1975, sua defesa argumentou insanidade, afirmando que ele ouviu vozes ordenando os assassinatos. O júri rejeitou a tese, e DeFeo foi condenado a seis penas consecutivas de 25 anos a perpétua. Ele morreu na prisão em 21 de março de 2021, aos 69 anos, conforme noticiado pelo New York Post.

A História dos Lutz e as Alegações Sobrenaturais

Em dezembro de 1975, George e Kathy Lutz compraram a casa na 112 Ocean Avenue por US$ 80 mil, um preço baixo para uma propriedade de seis quartos com piscina e acesso ao rio Amityville. Acompanhados dos três filhos de Kathy de um casamento anterior, eles se mudaram para o local, mas abandonaram a residência após apenas 28 dias. Segundo o livro The Amityville Horror, escrito por Jay Anson e publicado em 1977, os Lutz afirmaram ter enfrentado fenômenos paranormais, como visões de porcos com olhos vermelhos, paredes escorrendo uma substância viscosa verde, portas arrancadas das dobradiças e um ataque invisível contra o padre Ralph Pecoraro durante uma bênção. O livro vendeu mais de 10 milhões de cópias e inspirou o filme de 1979, estrelado por James Brolin e Margot Kidder, que arrecadou mais de US$ 80 milhões nas bilheterias.

Controvérsias e Evidências em Questão

As alegações dos Lutz logo enfrentaram ceticismo. Não há registros policiais de chamadas ou incidentes na casa durante os 28 dias em que lá estiveram, conforme investigações relatadas pelo Newsday. Além disso, um estudo do pesquisador Rick Moran, publicado em revistas especializadas, apontou inconsistências no livro, como a menção a pegadas de cascos na neve em 1º de janeiro de 1976 — o Serviço Nacional de Meteorologia confirma que não nevou em Amityville naquele dia. Em 1979, William Weber, advogado de DeFeo, disse à revista People que ajudou os Lutz a criar a história durante conversas regadas a vinho, motivados por ganhos financeiros. Os Lutz, que enfrentavam dívidas e problemas legais na época, rejeitaram as acusações de Weber em declarações à imprensa, insistindo que suas experiências eram reais. Testes de polígrafo aplicados à família, conforme reportado pelo The Washington Post, foram inconclusivos, deixando dúvidas sobre a veracidade dos eventos.

O Envolvimento dos Warrens e o Impacto Cultural

Em 1976, os investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren visitaram a casa com uma equipe da emissora WPIX-TV. Eles afirmaram ter sentido uma presença maligna e divulgaram uma foto conhecida como “o menino fantasma”, supostamente capturada no local. Suas alegações, amplamente exploradas em palestras e livros, reforçaram a narrativa sobrenatural, embora nunca tenham sido comprovadas por evidências físicas. O caso ganhou dimensão cultural com o sucesso do filme de 1979 e suas inúmeras sequências. A casa, vendida pela última vez em 2017 por US$ 605 mil, segundo a Realtor.com, permanece um ponto de interesse turístico, mas os atuais proprietários negam qualquer atividade paranormal, conforme entrevistas ao The New York Times.

O Horror em Amityville é, em essência, dois eventos distintos: os assassinatos reais de Ronald DeFeo Jr., documentados em registros oficiais, e as alegações paranormais dos Lutz, que permanecem envoltas em controvérsia. Enquanto os crimes são um fato trágico, as assombrações carecem de provas concretas, sugerindo uma mistura de oportunismo e, possivelmente, ilusão ampliada pelo contexto traumático da casa. O legado do caso reflete mais o fascínio humano pelo desconhecido do que uma verdade definitiva.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

O AM POST está em todo lugar

Baixe agora mesmo o nosso app

Faça parte da comunidade

  • Praticidade na informação

  • Notícias todos os dias

  • Compartilhe com facilidade

WhatsApp Telegram
Sobre o TEA

O autismo não limita as pessoas. Mas o preconceito sim, ele limita a forma com que as vemos e o que achamos que elas são capazes.

Letícia Butterfield

Últimas notícias

Polícia

Mulher é presa após atropelar pedestre e tentar fugir na zona Sul de Manaus

Condutora apresentava sinais de embriaguez e foi detida pela Polícia Militar após o acidente.

há 2 horas

Manaus

Manaus inicia campanha de multivacinação nesta segunda-feira (3) para crianças e adolescentes

Ação da Semsa segue até 1º de setembro em mais de 170 unidades de saúde e busca atualizar a caderneta de vacinação da população.

há 3 horas

Política

Flávio Bolsonaro defende geração de empregos e manutenção do Bolsa Família durante convenção na Paraíba

Candidato do PL à Presidência participou da convenção que oficializou as candidaturas de Efraim Filho ao governo da Paraíba e de Nayana Pontes como vice.

há 4 horas

Política

Flávio Bolsonaro deseja rápida recuperação a Michelle durante convenção do PL em Brasília

Ex-primeira-dama recebeu alta hospitalar neste domingo (2), mas não participou da convenção que oficializou sua candidatura ao Senado pelo Distrito Federal.

há 4 horas