MP-AM pede prisão preventiva de suspeito de agredir mulheres em briga de trânsito após show em Manaus
Leandro Macedo dos Santos já possui histórico criminal e teria atacado vítimas na saída de um show.
- Foto: Reprodução
Notícias policiais – O Ministério Público do Amazonas (MPAM) deu parecer favorável à prisão preventiva de Leandro Macedo dos Santos, suspeito de agredir duas mulheres na saída de um show, ocorrido no último domingo (23), no Studio 5, na zona sul de Manaus. O pedido será analisado pela Justiça do Amazonas.
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Segundo a decisão, o promotor de Justiça Álvaro Granja argumentou que o suspeito demonstrou um “comportamento extremamente violento com as vítimas” e destacou que, por serem mulheres, elas estavam em uma condição de inferioridade física, o que as impediu de se defender adequadamente durante o ataque.
Além disso, o MPAM apontou que Leandro já possui um histórico criminal extenso, evidenciando um desrespeito às normas de convivência social. De acordo com o órgão, o suspeito já foi preso diversas vezes e responde a vários processos judiciais.
A agressão teria ocorrido na saída do evento, quando Leandro, sem qualquer motivação aparente, atacou as duas mulheres. Testemunhas relataram que ele agiu de maneira agressiva e violenta, o que levou à intervenção da polícia e ao pedido do MPAM pela sua prisão.
“Verifica-se que, além da gravidade dos delitos cometidos, resta presente a necessidade de garantir a ordem pública, bem como de assegurar a instrução do feito, livre de ameaças às vítimas. Ante o exposto, o Ministério Público opina favoravelmente à decretação da prisão preventiva do Representado, na forma requerida”, diz parecer.
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Veja documento completo:PARECER MINISTÉRIO PÚBLICO
Casos de violência contra a mulher têm sido cada vez mais denunciados em Manaus, e as autoridades reforçam a importância de registrar ocorrências e buscar medidas protetivas para coibir esse tipo de crime. O Ministério Público enfatizou que seguirá acompanhando o caso para garantir que as vítimas recebam justiça.
O pedido de prisão preventiva agora depende da decisão da Justiça do Amazonas, que deverá avaliar as provas e determinar os próximos passos da investigação.
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