Serviços no porto de Barreirinha estão comprometidos após corte de energia elétrica
Interrupção no fornecimento de energia ocorreu devido à falta de pagamento das faturas, segundo o Dnit.
- As atividades no Porto de Barreirinha estão paralisadas desde 25 de março devido ao corte de energia elétrica por falta de pagamento, afetando operações administrativas, segurança e abastecimento.
- A responsabilidade pelo pagamento da energia era da Prefeitura de Barreirinha, mas após o fim do convênio com o DNIT e falta de regularização das contas, o fornecimento foi interrompido.
- O DNIT busca acordo para restabelecer a energia, enquanto a suspensão das operações prejudica o transporte de cargas e a mobilidade fluvial da região.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- (Foto: redes sociais)
Notícias do Amazonas – As atividades no Porto de Barreirinha, no interior do Amazonas, estão paralisadas desde terça-feira (25/3) após a Amazonas Energia cortar o fornecimento de eletricidade por falta de pagamento. O corte afeta diretamente o funcionamento do terminal hidroviário, prejudicando setores administrativos, o uso de bombas de abastecimento e limpeza, além de comprometer os sistemas de segurança.
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Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a responsabilidade pelo pagamento da energia elétrica era da Prefeitura de Barreirinha, conforme previsto em convênio entre as partes. Entretanto, o acordo foi rompido após a gestão municipal não honrar com os pagamentos das faturas.
Durante a noite, sem iluminação, o risco de acidentes no terminal aumenta significativamente. O DNIT informou que já iniciou tratativas com a Amazonas Energia para restabelecer o fornecimento e reduzir os impactos à operação portuária.
Enquanto não há solução definitiva, as operações no Porto de Barreirinha seguem suspensas, comprometendo o escoamento de cargas e a mobilidade fluvial da região.
Já de acordo com a Prefeitura de Barreirinha, após o término do convênio com o Dnit, em março de 2024, todas as responsabilidades administrativas e financeiras do porto passaram para a nova gestão municipal, que não regularizou a titularidade das contas de energia. A Prefeitura disse também, por meio de nota, que pagou as faturas de energia até agosto de 2024, mas solicitou a desvinculação da unidade consumidora em janeiro de 2025.
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