Presidente da Apeam diz que subcomandante da PM que cobra indenização de policial morto também deve o Estado
Segundo Gerson Feitosa o subcomandante já bateu uma viatura da PM sob efeito de bebidas alcoólicas e não pagou concerto.
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Um processo de Sindicância do Comando da Polícia Militar decidiu que Aleandria da Silva Nascimento, viúva do soldado da Polícia Militar Paulo Sérgio da Silva Portilho, 34, morto em maio de 2017, terá que ressarcir o Estado pois durante seu assassinato foi roubada arma funcional carregada pelo militar, um celular corporativo e uma motocicleta da PM.
O agente da PM/AM, que havia ido até uma invasão para verificar um terreno, após encontrar um anúncio no site de vendas OLX, foi agredido esfaqueado pelo menos 13 vezes antes de ser enterrado em uma cova na periferia de Manaus e teve os olhos arrancados por membros de uma facção criminosa. Tudo foi filmado e divulgado nas redes sociais.
Segundo o presidente da Associação de Praças do Amazonas (Apeam), Gerson Feitosa, o subcomandante da PM, Coronel Raimundo Alvaro Leite Cavalcante, responsável por cobrar indenização da família de Portilho, tem o rabo e preso e já se envolveu em uma acidente com uma motocicleta viatura da PM onde estava embrigado e não pagou pelos prejuízos.
“Nós temos informações que são de conhecimento público dentro da Polícia Militar que o subcomandante já bateu uma viatura por volta de 2013, quando era comandante da Rocam, sob efeito de bebidas alcoólicas. Na época o comandante do Comando de Policiamento Especializado (CPE), Aroldo, nada fez para resolver o problema e até hoje essa viatura está abandonada toda quebrada”, disse.
O corpo jurídico da Apeam entrou na briga para defender a família de Portilho em mais essa peça da coleção de absurdos da PM do Amazonas.
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