Empresário é repudiado por clube de tiro após tentar matar a ex-esposa em Manaus
O Clube também reafirma que o suspeito não está mais na equipe.
- Foto: Reprodução
Notícias Policiais – O Clube Amazonense de Tiro Esportivo (C.A.T.E) publicou, nessa quarta-feira (9), uma nota oficial de repúdio diante do caso de violência doméstica envolvendo o empresário e ex-instrutor de tiro Daniel Park. O episódio, amplamente divulgado nas redes sociais e veículos de imprensa, chocou a população pela gravidade das acusações e pelo nível de ameaça registrado em vídeo.
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Nas imagens, Daniel Park aparece circulando pela residência com um fuzil em punho, em aparente tentativa de intimidação contra sua ex-companheira Raquel de Paula. O ato, segundo denúncia da vítima, ocorreu na presença da filha pequena do casal. Além do registro visual, Raquel relatou uma série de agressões físicas e psicológicas sofridas ao longo do relacionamento.
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Em nota, o C.A.T.E expressou repúdio à conduta do empresário e destacou que Park não possui qualquer vínculo com o clube desde janeiro de 2025. A entidade esportiva enfatizou seu compromisso com a responsabilidade no uso de armamentos e com o respeito à vida, repudiando todo e qualquer ato de violência, especialmente em contextos de violência doméstica.
“O Clube Amazonense de Tiro Esportivo – C.A.T.E, manifesta repúdio ao episódio lamentável de violência doméstica sofrido pela Sra. Raquel Velozo, divulgado em redes sociais e pela mídia regional, prestamos publicamente nossa solidariedade à vítima e aos seus familiares neste momento de fragilidade.”, afirmou o clube em sua manifestação oficial.
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A nota assinada pelo presidente do clube, Charles Oliveira, também reafirma que o suspeito não está mais na equipe. “Informamos que o Sr. HYUNG WOO PARK (Daniel Park) não faz parte da presidência ou diretoria desse Clube, desde 7° de janeiro de 2025, não tendo nenhum vínculo associativo com o C.A.T.E.”
O caso segue em investigação pelas autoridades competentes. Daniel Park poderá responder por crimes previstos na Lei Maria da Penha e na legislação penal comum. A repercussão do episódio reforça o debate sobre o uso responsável de armas de fogo e o papel das instituições em fiscalizar a conduta de seus associados.
Leia a nota na íntegra:

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