Governo do AM dá colote em terceirizados do HPS João Lúcio e põe em risco saúde dos pacientes
A ausência de limpeza está colocando em risco a saúde dos pacientes e acompanhantes que dependem da unidade hospitalar.
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A falta de pagamento salarial dos funcionários terceirizados do Hospital Pronto-Socorro João Lúcio, localizado na Zona Leste de Manaus, desde fevereiro deste ano tem feito os servidores paralisarem suas atividade sem deflagrar greve. A ausência de limpeza e manutenção está colocando em risco a saúde dos pacientes e acompanhantes que dependem da unidade hospitalar.
De acordo com pacientes do hospital para não ficarem dentro de um ambiente imundo os acompanhantes trazem de casa água sanitária e detergente para eles mesmos limparem os banheiros que só é feita uma vez por dia pela equipe do Pronto-Socorro.
Ainda segundo denunciantes outra precariedade encontrada no João Lúcio é a falta de lençóis nos leitos o que aumenta o risco de novas contaminações aos pacientes internados. Para amenizar a situação, os próprios familiares também estariam levando de casa os cobertores para forrarem as camas.
Pagamento
Funcionários de empresas terceirizadas do governo estão sem receber seus salários há meses e, já ensaiam paralisação.
Somente este ano, o Estado repassou para a terceirizada Podium Empresarial LTDA o valor de R$ 2.786,604 referente aos serviços de limpeza e conservação prestados no fim do ano passado e nos dois primeiros meses de 2018, no HPS João Lúcio. Mas, desde março que a terceirizada não recebe nenhum pagamento do governo, conforme levantamento feito no Portal da Transparência.
A empresa MaxLimp Serviços de Limpeza e Conservação LTDA ME já recebeu do Estado, neste ano, pouco mais de R$ 565 mil pelos serviços de lavanderia.
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Declaração de Transparência
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