Namorada relata agressões de advogado durante relação de dois anos
Uma das testemunhas, um funcionário do casal, confirmou que João havia dito que pretendia expulsar a companheira de casa.
- Advogado João Neto foi preso acusado de agredir a namorada em Maceió; vítima relatou empurrão e ferimentos após discussão.
- A vítima afirmou que já havia sofrido outras agressões durante o relacionamento de dois anos, mas nunca havia denunciado antes.
- João Neto alegou que tentava encerrar o relacionamento e retirar a mulher da casa; caso está sob investigação e destaca a importância de denunciar violência doméstica.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Reprodução
Notícias do Brasil – Após a prisão do advogado João Neto, na última segunda-feira (14/4), acusado de agredir a namorada em Maceió (AL), o portal UOL revelou detalhes do depoimento da vítima, uma jovem de 25 anos. Segundo o relato, ela teria sido empurrada durante uma discussão e sofreu ferimentos ao cair no chão da residência.
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A mulher relatou que estava deitada no quarto quando João entrou e reclamou que ela não estava fazendo nada. Em seguida, teria orientado os funcionários da casa a se manterem como testemunhas do que aconteceria. Ainda de acordo com a vítima, o advogado a puxou da cama, mesmo após ela pedir que não fosse tocada.
Ela também contou à polícia que essa não foi a primeira vez que sofreu agressões ao longo dos dois anos de união estável com o acusado, mas nunca havia formalizado denúncia anteriormente.
Uma das testemunhas, um funcionário do casal, confirmou que João havia dito que pretendia expulsar a companheira de casa.
Em sua defesa, o advogado alegou que estava encerrando o relacionamento e pediu que a mulher deixasse o imóvel. Como ela permaneceu no quarto, ele disse tê-la retirado “segurando pela barriga”, e afirmou que ambos escorregaram no piso liso, provocando a queda.
A jovem sofreu um corte profundo no queixo e precisou de atendimento médico, recebendo três pontos em um hospital de Maceió.
O caso segue sob investigação e reforça a importância de denúncias em situações de violência doméstica.
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