“Golpe é com armas, bomba e metralhadora”, diz Silas Malafaia sobre 8 de janeiro
Malafaia também voltou a direcionar ataques ao ministro Alexandre de Moraes.
Notícias de Política – O pastor Silas Malafaia, um dos principais aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, voltou a criticar duramente o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (29), ao comentar o julgamento e as condenações de envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Em declarações polêmicas, Malafaia afirmou que não houve tentativa de golpe e acusou o STF de promover uma “farsa”.
PUBLICIDADE
“Você acredita que uma mulher de 71 anos, de 67, uma mãe de criança, uma mulher que escreve com um batom quis dar golpe? Golpe é com armas. Golpe é com bomba, é com metralhadora. Golpe é contra quem está no poder, não contra prédio público”, declarou o pastor durante uma transmissão ao vivo.
Malafaia também voltou a direcionar ataques ao ministro Alexandre de Moraes, a quem chamou anteriormente de “desgraçado” e agora acusou de ser o “mandante da farsa”. O pastor se baseou em declarações recentes do ministro Luiz Fux, que divergiu da maioria da Corte ao votar contra a condenação de Débora Rodrigues dos Santos, uma das envolvidas nos atos do 8 de janeiro.
Débora, cabeleireira, foi condenada a 14 anos de prisão por crimes relacionados aos atos de depredação, incluindo a pichação da estátua “A Justiça”, em frente ao prédio do Supremo. Fux, no entanto, votou por uma pena mais branda — um ano e seis meses — considerando apenas o crime de dano ao patrimônio público.
“A declaração do ministro Fux desmascara o ditador da toca, Alexandre de Moraes”, afirmou Malafaia.
Além das críticas, o pastor anunciou a realização de uma nova manifestação no dia 7 de maio, em Brasília. Segundo ele, será uma “caminhada pacífica pró-anistia”, em defesa dos condenados pelos atos antidemocráticos.
A escalada de discursos de aliados do ex-presidente, como Malafaia, reacende o debate sobre os limites da liberdade de expressão e as consequências jurídicas das manifestações públicas que buscam deslegitimar decisões da Justiça.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






